EE. UU. trabaja discretamente con Rusia en un plan de 28 puntos para poner fin a la guerra, según Axios

EE. UU. trabaja discretamente con Rusia en un plan de 28 puntos para poner fin a la guerra, según Axios

Estados Unidos está coordinando en silencio un marco de paz de 28 puntos con Rusia para explorar una vía negociada que permita poner fin a la guerra en Ucrania, según Axios y otros medios que han confirmado la existencia de estas conversaciones. La iniciativa se desarrolla mediante contactos reservados entre el enviado especial estadounidense Steve Witkoff y el representante ruso Kirill Dmitriev, quienes han sostenido diversas reuniones recientes. Fuentes cercanas indican que el borrador se estructura en torno a cuatro pilares: el fin de las hostilidades, garantías de seguridad posteriores al conflicto, un replanteamiento de la seguridad europea y la configuración futura de las relaciones entre Washington, Kiev y Moscú. Aunque aún es preliminar, la Casa Blanca ya ha comenzado a informar discretamente a funcionarios ucranianos y europeos.

Los reportes señalan que una reunión celebrada en Miami, junto con contactos previstos pero aplazados que involucraban al presidente Volodímir Zelenski en Turquía, forman parte del conjunto de gestos diplomáticos que rodean esta iniciativa. Funcionarios estadounidenses están presentando el plan de manera gradual ante sus aliados, insistiendo en que no existe ningún acuerdo cerrado. Sin embargo, la exclusión inicial de Ucrania y de socios de la Unión Europea ha generado críticas, especialmente ante rumores de que el borrador podría sugerir concesiones territoriales o la aceptación de una línea del frente congelada. Washington sostiene que el texto no representa una propuesta definitiva.

El Kremlin no ha confirmado el documento de 28 puntos. Su portavoz afirmó que la postura rusa sigue siendo la misma que en conversaciones previas entre Trump y Putin, negándose a ofrecer detalles sobre el contenido filtrado. Analistas interpretan que Washington busca dar forma a un documento antes de un posible encuentro de alto nivel, al tiempo que introduce gradualmente elementos del plan entre sus socios para evitar sorpresas diplomáticas. También destacan que el restablecimiento de un canal directo con Moscú indica un intento renovado de explorar opciones negociadas.

De acuerdo con DW, la propuesta toma elementos de modelos internacionales de alto el fuego que incluyen mecanismos de verificación por fases, zonas desmilitarizadas y fuerzas de seguridad supervisadas internacionalmente. Reuters informa que el plan se desarrolla en consulta directa con Moscú, reflejando un esfuerzo por identificar una ruta viable hacia el cese de hostilidades, garantías de seguridad recíprocas y una normalización progresiva de los vínculos entre ambos países. Persisten cuestiones clave sobre territorio, verificación, desmilitarización y el grado de participación ucraniana y europea necesario para legitimar cualquier acuerdo.


US Quietly Working with Russia on a 28-Point Plan to End the War, Axios Reports

The United States is discreetly coordinating a 28-point peace framework with Russia aimed at exploring a negotiated path to end the war in Ukraine, according to Axios and several corroborating outlets. The initiative is being shaped through back-channel contacts involving U.S. Special Envoy Steve Witkoff and Russian envoy Kirill Dmitriev, who have held multiple discussions in recent weeks. Sources say the working draft is built around four pillars: ending active hostilities in Ukraine, establishing post-war security guarantees, defining broader European security, and mapping the future contours of U.S. relations with both Kyiv and Moscow. Although the document remains preliminary, the White House has begun quietly briefing Ukrainian and European officials on its general outline.

Reports indicate that a meeting in Miami between the envoys, along with postponed engagements involving President Volodymyr Zelensky in Turkey, are part of the broader diplomatic choreography surrounding the effort. U.S. officials are said to be socializing the plan with allies to gauge reactions, emphasizing that no binding proposals have been tabled. Still, controversy has emerged over the early exclusion of Ukraine and EU partners from the drafting process, particularly amid speculation that the framework might entail territorial concessions, acceptance of the current frontline, or a phased system of monitoring and demilitarization. U.S. officials counter that the document is not a final offer but an exploratory reference text.

The Kremlin has not confirmed the 28-point roadmap. Its spokesperson stated that Russia’s position remains unchanged from prior Trump-Putin discussions and declined to address the reported content. Analysts believe Washington aims to create a structured draft ahead of any potential Trump-Putin meeting, hoping to shape the diplomatic environment and build preliminary consensus among Western allies. They note that the existence of a functioning U.S.-Russia channel signals a renewed attempt to probe negotiated options before battlefield dynamics evolve further.

According to DW, the proposal draws from international ceasefire models used in past conflicts, including mechanisms for phased verification, demilitarized zones, and internationally supervised security forces. Reuters adds that the plan is being developed with direct consultations with Moscow, underscoring a deliberate effort to identify a viable path toward cessation of hostilities, reciprocal security guarantees, and calibrated normalization of U.S.-Russia relations. Key unresolved issues include territorial control, the degree of Ukrainian sovereignty preserved, verification mechanisms, demilitarization procedures, and the level of Ukrainian and European participation required for any agreement to achieve legitimacy and long-term sustainability.


EUA trabalham discretamente com a Rússia em um plano de 28 pontos para encerrar a guerra, diz Axios

Os Estados Unidos estão coordenando de forma reservada um plano de paz composto por 28 pontos com a Rússia, visando explorar uma solução negociada para o fim da guerra na Ucrânia, segundo informações divulgadas pela Axios e por outros veículos que confirmaram as conversas. A iniciativa está sendo construída por meio de contatos sigilosos entre o enviado especial norte-americano Steve Witkoff e o representante russo Kirill Dmitriev, que se reuniram diversas vezes nas últimas semanas. Fontes afirmam que o esboço atual do plano se organiza em quatro pilares: encerramento das hostilidades, garantias de segurança no pós-guerra, segurança europeia mais ampla e definição das relações futuras entre Estados Unidos, Kiev e Moscou. Embora o texto ainda seja preliminar, a Casa Branca começou a apresentar discretamente os pontos gerais a autoridades ucranianas e europeias.

Relatórios indicam que uma reunião em Miami, juntamente com contatos planejados — porém adiados — envolvendo o presidente Volodymyr Zelensky na Turquia, fazem parte das movimentações diplomáticas relacionadas ao plano. Autoridades norte-americanas destacam que não há qualquer proposta final, mas a exclusão inicial da Ucrânia e de parceiros da União Europeia causou preocupações e especulações sobre possíveis concessões territoriais ou congelamento da linha de frente. Washington, entretanto, insiste que o documento é apenas um rascunho exploratório.

O Kremlin não confirmou o suposto plano. Seu porta-voz declarou que a posição russa permanece idêntica à estabelecida durante conversas anteriores entre Trump e Putin, evitando comentar o conteúdo relatado pela imprensa. Especialistas acreditam que os Estados Unidos buscam moldar um texto básico antes de um possível encontro de alto nível, ao mesmo tempo em que introduzem gradualmente seus elementos aos aliados para avaliar receptividade. Observadores notam que o restabelecimento de um canal direto entre Washington e Moscou sinaliza uma tentativa renovada de explorar caminhos diplomáticos antes que o panorama militar se altere.

De acordo com a DW, o plano incorpora elementos de modelos internacionais de cessar-fogo, como verificação por etapas, zonas desmilitarizadas e forças de segurança com supervisão externa. A Reuters informa que a proposta está sendo elaborada em consulta direta com Moscou, destacando um esforço conjunto para identificar uma possível rota para o fim das hostilidades, estabelecimento de garantias de segurança e normalização gradual das relações bilaterais. Questões essenciais continuam sem resposta, incluindo controle territorial, mecanismos de verificação, processos de desmilitarização e o nível de participação ucraniana e europeia necessário para legitimar qualquer acordo futuro.


Gli USA lavorano discretamente con la Russia a un piano di 28 punti per porre fine alla guerra, riferisce Axios

Gli Stati Uniti stanno lavorando in modo riservato con la Russia a un quadro di pace di 28 punti, concepito per esplorare una possibile via negoziata verso la fine della guerra in Ucraina, secondo quanto riportato da Axios e da altre fonti che confermano le discussioni in corso. L’iniziativa si basa su contatti paralleli tra l’inviato speciale statunitense Steve Witkoff e il rappresentante russo Kirill Dmitriev, che hanno tenuto diversi incontri nelle ultime settimane. Le fonti affermano che la bozza è articolata attorno a quattro pilastri: cessazione delle ostilità, garanzie di sicurezza nel dopoguerra, ridefinizione della sicurezza europea e futuro delle relazioni tra Washington, Kiev e Mosca. Sebbene ancora preliminare, la Casa Bianca ha iniziato a presentare il documento in modo discreto a funzionari ucraini ed europei.

Una riunione a Miami, insieme a contatti programmati ma successivamente rinviati che avrebbero coinvolto il presidente Volodymyr Zelensky in Turchia, fa parte del contesto diplomatico che circonda il piano. Funzionari statunitensi sottolineano che non esiste alcuna proposta definitiva, ma l’esclusione iniziale dell’Ucraina e dei partner dell’UE ha suscitato critiche e timori riguardo a possibili concessioni territoriali o congelamento della linea del fronte. Washington ribadisce che il documento è soltanto un abbozzo di lavoro.

Il Cremlino non ha confermato l’esistenza del piano. Il suo portavoce ha affermato che la posizione russa rimane invariata rispetto alle precedenti discussioni tra Trump e Putin, rifiutando di commentare il contenuto riportato dai media. Analisti ritengono che gli Stati Uniti cerchino di definire un testo di riferimento prima di un eventuale incontro ad alto livello, mentre introducono gradualmente elementi del piano agli alleati per misurarne la reazione. La riapertura di un canale diretto tra Washington e Mosca è considerata un segnale significativo di rinnovato interesse diplomatico.

Secondo la DW, il piano incorpora strumenti utilizzati in altri conflitti, come verifiche progressive, zone demilitarizzate e forze di sicurezza sotto supervisione internazionale. La Reuters riporta che la bozza è sviluppata in consultazione diretta con Mosca, evidenziando la ricerca di una via concreta per il cessate il fuoco, garanzie di sicurezza e una normalizzazione graduale dei rapporti. Rimangono aperte questioni cruciali riguardanti il controllo del territorio, i meccanismi di verifica, le procedure di demilitarizzazione e il livello di coinvolgimento ucraino ed europeo indispensabile per rendere credibile qualsiasi accordo.


Les États-Unis travaillent discrètement avec la Russie sur un plan de 28 points pour mettre fin à la guerre, selon Axios

Les États-Unis mènent discrètement des discussions avec la Russie autour d’un cadre de paix composé de 28 points visant à explorer une issue négociée à la guerre en Ukraine, selon Axios et d’autres médias ayant confirmé ces échanges. L’initiative repose sur des contacts confidentiels entre l’envoyé spécial américain Steve Witkoff et le représentant russe Kirill Dmitriev, qui se sont rencontrés à plusieurs reprises ces dernières semaines. D’après des sources proches, le projet s’articule autour de quatre axes centraux : la fin des hostilités, des garanties de sécurité post-conflit, un dispositif élargi de sécurité européenne et la configuration future des relations entre Washington, Kiev et Moscou. Bien que provisoire, le document commence à être présenté discrètement à des responsables ukrainiens et européens.

Une réunion à Miami et des échanges prévus mais reportés impliquant le président Volodymyr Zelensky en Turquie s’inscrivent dans le contexte diplomatique entourant le plan. Des responsables américains affirment qu’aucune proposition définitive n’a été soumise, mais l’absence initiale de l’Ukraine et de partenaires européens suscite des critiques, d’autant que certains commentateurs évoquent la possibilité de concessions territoriales ou d’un gel de la ligne de front. Washington insiste néanmoins sur le caractère exploratoire du texte.

Le Kremlin n’a pas confirmé l’existence du plan. Son porte-parole a déclaré que la position russe demeure identique à celle exprimée lors d’anciens échanges Trump-Poutine, refusant de commenter le contenu rapporté. Des analystes estiment que Washington cherche à élaborer une base de travail en vue d’une éventuelle rencontre de haut niveau, tout en introduisant progressivement les éléments du plan auprès des alliés afin d’éviter des divergences soudaines. Le maintien d’un canal discret entre les deux puissances est perçu comme un signal d’ouverture diplomatique.

Selon la DW, le projet s’inspire de modèles internationaux de cessez-le-feu prévoyant des mécanismes de vérification par étapes, des zones démilitarisées et des forces de sécurité supervisées. La Reuters souligne que le plan est rédigé en consultation directe avec Moscou, reflétant une volonté de définir une voie réaliste vers la cessation des hostilités, des garanties réciproques et une normalisation progressive des relations bilatérales. Plusieurs questions demeurent en suspens : contrôle territorial, modalités de vérification, procédures de démilitarisation et degré d’implication de l’Ukraine et des partenaires européens, indispensable pour la crédibilité et la durabilité de tout accord.


Die USA arbeiten still mit Russland an einem 28-Punkte-Plan zur Beendigung des Krieges, berichtet Axios

Die Vereinigten Staaten arbeiten laut Axios und weiteren bestätigenden Medienberichten diskret mit Russland an einem Friedensrahmen aus 28 Punkten, der eine verhandelte Lösung für den Krieg in der Ukraine ausloten soll. Die Initiative basiert auf vertraulichen Gesprächen zwischen dem US-Sondergesandten Steve Witkoff und dem russischen Vertreter Kirill Dmitriev, die sich in den vergangenen Wochen mehrfach getroffen haben. Quellen zufolge gliedert sich der Entwurf in vier zentrale Bereiche: Beendigung der Kampfhandlungen, Sicherheitsgarantien für die Zeit nach dem Krieg, eine breiter angelegte europäische Sicherheitsarchitektur und die zukünftige Ausgestaltung der Beziehungen zwischen Washington, Kiew und Moskau. Obwohl das Dokument vorläufig ist, hat das Weiße Haus begonnen, ukrainische und europäische Partner diskret zu informieren.

Ein Treffen in Miami sowie verschobene Gespräche, an denen Präsident Wolodymyr Selenskyj in der Türkei beteiligt sein sollte, gehören zum diplomatischen Umfeld des Plans. US-Beamte betonen, dass es keinen endgültigen Vorschlag gebe. Dennoch gibt es Kritik daran, dass die Ukraine und EU-Partner zunächst nicht einbezogen wurden, was Spekulationen über mögliche territoriale Zugeständnisse oder die Akzeptanz einer eingefrorenen Frontlinie verstärkt hat. Washington widerspricht und betont, dass es sich um ein exploratives Arbeitsdokument handelt.

Der Kreml hat den 28-Punkte-Plan nicht bestätigt. Ein Sprecher erklärte, Russlands Position sei unverändert gegenüber früheren Trump-Putin-Gesprächen, und lehnte es ab, auf angebliche Inhalte einzugehen. Experten gehen davon aus, dass Washington versucht, vor einem möglichen Treffen auf hoher Ebene einen strukturierten Text zu erarbeiten. Gleichzeitig würden Verbündete schrittweise eingebunden, um Reaktionen zu prüfen und diplomatische Spannungen zu vermeiden. Die Wiederaufnahme eines direkten Kanals zwischen Washington und Moskau wird als bedeutender diplomatischer Schritt betrachtet.

Laut DW enthält der Plan Elemente internationaler Waffenstillstandsmodelle mit gestuften Überprüfungsmechanismen, entmilitarisierten Zonen und internationalen Sicherheitskräften. Reuters berichtet, dass der Entwurf in direkter Abstimmung mit Moskau entwickelt werde, was auf den Versuch hinweist, einen glaubwürdigen Weg zu einem Ende der Feindseligkeiten, gegenseitige Sicherheitsgarantien und eine schrittweise Normalisierung der bilateralen Beziehungen zu finden. Offen bleiben zentrale Fragen: territoriale Kontrolle, Überwachungsmechanismen, Verfahren zur Entmilitarisierung sowie das Maß an ukrainischer und europäischer Mitwirkung, das für Legitimität und Dauerhaftigkeit eines möglichen Abkommens unerlässlich ist.

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