Mishel Mancheno sobre el Referéndum: “Respetamos el Mandato del Pueblo” mientras el Congreso Retoma la Agenda Plenaria

Mishel Mancheno sobre el Referéndum: “Respetamos el Mandato del Pueblo” mientras el Congreso Retoma la Agenda Plenaria

La legisladora Mishel Mancheno, jefa de la bancada de Acción Democrática Nacional (ADN), enfatizó que los resultados del referéndum del 16 de noviembre “deben ser respetados,” señalando que el Congreso ajustará su agenda para actuar de manera responsable conforme a la voluntad de los votantes. Indicó que la plenaria suspendió actividades durante 13 días por la campaña, mientras los comités continuaron trabajando en proyectos de ley en curso. Desde el martes 18 de noviembre, la agenda plenaria se retomó para atender leyes urgentes y asuntos legislativos prioritarios.

Mancheno destacó que el presidente Daniel Noboa cumplió su promesa de campaña al convocar el referéndum, insistiendo en que el proceso no se trata de victorias o derrotas partidistas, sino de respetar la decisión de la ciudadanía. La bancada ADN se comprometió a mantener la gobernabilidad y la integridad de las instituciones democráticas, priorizando iniciativas en seguridad, salud y desarrollo nacional. El referéndum concluyó con un “No” en varios temas, incluyendo la reducción del número de legisladores, enviando un mensaje claro a los parlamentarios sobre las expectativas ciudadanas y prioridades legislativas.

El presidente de la Asamblea, Niels Olsen, agregó que el proyecto político puede “reinventarse” para continuar tomando decisiones difíciles, subrayando que los resultados exigen trabajo legislativo continuo. Señaló que los legisladores tienen el deber de revisar e implementar leyes que impacten el orden público, la seguridad social y la estabilidad económica. Los comités manejan actualmente proyectos sobre salud, infraestructura y presupuesto nacional, asegurando debates centrados y evitando bloqueos procedimentales.

Observadores elogiaron la decisión de mantener la actividad parlamentaria pese al resultado del referéndum, destacando la importancia de equilibrar democracia representativa con eficiencia legislativa. El debate evidencia la necesidad de considerar la opinión pública mientras se asegura la continuidad institucional. Según Mancheno, este ejemplo demuestra gobernanza responsable alineada con el mandato popular y envía un mensaje a los actores políticos sobre la prioridad de la estabilidad institucional y la correcta implementación de referendos.

Se espera que las próximas semanas sean críticas para mantener el impulso legislativo y reforzar los procesos democráticos en Ecuador. La bancada ADN resaltó la necesidad de colaboración entre partidos para atender efectivamente prioridades ciudadanas en seguridad, salud y desarrollo económico. Mancheno reiteró que el Congreso debe responder rápidamente a las decisiones del electorado, implementando políticas que reflejen la voluntad del pueblo y salvaguarden la credibilidad institucional y la gobernabilidad.


Mishel Mancheno on the Referendum: “We Respect the People’s Mandate” as Congress Resumes Floor Agenda

Lawmaker Mishel Mancheno, head of the Acción Democrática Nacional (ADN) caucus, emphasized that the results of the November 16 referendum “must be respected,” highlighting that Congress will adjust its agenda to act responsibly in line with the electorate’s will. She noted that the full chamber paused for 13 days during the campaign, while committees continued working on ongoing legislation. As of Tuesday, November 18, the floor agenda resumed to address urgent bills and pressing legislative matters.

Mancheno underlined that President Daniel Noboa fulfilled his campaign promise by calling the referendum, stressing that the process is not about partisan victories or defeats, but about respecting the public’s decision. The ADN caucus pledged to uphold governability and the integrity of democratic institutions, prioritizing initiatives in security, health, and national development. The referendum concluded with a “No” vote on several items, including reducing the number of lawmakers, sending a clear message to legislators about public expectations and legislative priorities.

Assembly Speaker Niels Olsen added that the political project can “reinvent itself” to continue making difficult decisions, noting that the results require uninterrupted legislative work. He emphasized that lawmakers have a duty to swiftly review and implement laws impacting public order, social security, and economic stability. Committees are currently handling bills related to healthcare, infrastructure, and the national budget while ensuring debates remain focused and procedural operations are not hindered.

Observers praised the decision to maintain parliamentary activity despite the referendum outcome, noting that balancing representative democracy with efficient lawmaking is crucial. The legislative debate underscores the importance of considering public opinion while ensuring continuous institutional function. According to Mancheno, this example demonstrates responsible governance aligned with the popular mandate and signals to political actors that institutional stability and proper implementation of referenda are paramount.

The coming weeks are expected to be critical for maintaining legislative momentum and reinforcing Ecuador’s democratic processes. The ADN caucus highlighted the need for collaboration across party lines to ensure that public priorities, particularly in security, health, and economic development, are addressed effectively. Mancheno reiterated that Congress has a responsibility to respond to voters’ decisions promptly, implementing policies that reflect the will of the people while safeguarding governance and institutional credibility. Analysts consider this approach essential for political stability and for fostering public trust in the legislative branch and Ecuador’s broader democratic framework.


Mishel Mancheno sobre o Referendo: “Respeitamos o Mandato do Povo” enquanto o Congresso Retoma Agenda Plenária

A deputada Mishel Mancheno, líder da bancada da Acción Democrática Nacional (ADN), destacou que os resultados do referendo de 16 de novembro “devem ser respeitados,” ressaltando que o Congresso ajustará sua agenda para agir de forma responsável de acordo com a vontade do eleitorado. Ela observou que a sessão plenária foi suspensa por 13 dias durante a campanha, enquanto os comitês continuaram a trabalhar em projetos de lei em andamento. A partir de terça-feira, 18 de novembro, a agenda plenária foi retomada para tratar de leis urgentes e questões legislativas prioritárias.

Mancheno enfatizou que o presidente Daniel Noboa cumpriu sua promessa de campanha ao convocar o referendo, destacando que o processo não se trata de vitórias ou derrotas partidárias, mas de respeitar a decisão do público. A bancada ADN comprometeu-se a manter a governabilidade e a integridade das instituições democráticas, priorizando iniciativas em segurança, saúde e desenvolvimento nacional. O referendo terminou com o “Não” em vários itens, incluindo a redução do número de legisladores, enviando uma mensagem clara aos parlamentares sobre expectativas públicas e prioridades legislativas.

O presidente da Assembleia, Niels Olsen, acrescentou que o projeto político pode “se reinventar” para continuar tomando decisões difíceis, ressaltando que os resultados exigem trabalho legislativo contínuo. Ele destacou que os legisladores têm o dever de revisar e implementar leis que impactem a ordem pública, a segurança social e a estabilidade econômica. Atualmente, os comitês tratam de projetos relacionados à saúde, infraestrutura e orçamento nacional, garantindo debates focados e evitando bloqueios procedimentais.

Observadores elogiaram a decisão de manter a atividade parlamentar apesar do resultado do referendo, destacando a importância de equilibrar democracia representativa e eficiência legislativa. O debate legislativo reflete a necessidade de considerar a opinião pública, mantendo a continuidade institucional. Segundo Mancheno, este é um exemplo de governança responsável alinhada com o mandato popular, enviando um sinal aos atores políticos de que a estabilidade institucional e a implementação adequada de referendos são prioridades.

As próximas semanas serão cruciais para manter o impulso legislativo e reforçar os processos democráticos no Equador. A bancada ADN destacou a necessidade de colaboração entre partidos para atender eficazmente às prioridades públicas em segurança, saúde e desenvolvimento econômico. Mancheno reiterou que o Congresso deve responder prontamente às decisões do eleitorado, implementando políticas que reflitam a vontade do povo, protegendo a credibilidade institucional e a governabilidade.


Mishel Mancheno sul Referendum: “Rispettiamo il Mandato del Popolo” mentre il Congresso Riprende i Lavori in Aula

La deputata Mishel Mancheno, capo della maggioranza Acción Democrática Nacional (ADN), ha sottolineato che i risultati del referendum del 16 novembre “devono essere rispettati,” evidenziando che il Congresso adeguerà la sua agenda per agire responsabilmente secondo la volontà degli elettori. Ha ricordato che l’aula plenaria ha sospeso le attività per 13 giorni durante la campagna, mentre le commissioni hanno continuato a lavorare su progetti di legge in corso. A partire da martedì 18 novembre, l’agenda dell’aula è stata ripresa per affrontare proposte legislative urgenti e prioritarie.

Mancheno ha sottolineato che il presidente Daniel Noboa ha mantenuto la promessa elettorale convocando il referendum, affermando che il processo non riguarda vittorie o sconfitte di parte, ma il rispetto della decisione pubblica. La maggioranza ADN si è impegnata a garantire la governabilità e l’integrità delle istituzioni democratiche, dando priorità a iniziative in materia di sicurezza, salute e sviluppo nazionale. Il referendum si è concluso con un voto “No” su diversi punti, tra cui la riduzione del numero di legislatori, inviando un messaggio chiaro ai parlamentari sulle aspettative del pubblico e sulle priorità legislative.

Il presidente dell’Assemblea, Niels Olsen, ha aggiunto che il progetto politico può “reinventarsi” per continuare a prendere decisioni difficili, sottolineando che i risultati richiedono un lavoro legislativo continuo. Ha evidenziato che i legislatori hanno il dovere di esaminare e attuare leggi che influenzano l’ordine pubblico, la sicurezza sociale e la stabilità economica. Le commissioni stanno attualmente trattando progetti relativi alla sanità, alle infrastrutture e al bilancio nazionale, assicurando dibattiti mirati e prevenendo blocchi procedurali.

Gli osservatori hanno lodato la decisione di mantenere l’attività parlamentare nonostante l’esito del referendum, sottolineando l’importanza di bilanciare la democrazia rappresentativa con l’efficienza legislativa. Il dibattito legislativo riflette la necessità di considerare l’opinione pubblica e garantire la continuità istituzionale. Secondo Mancheno, questo esempio dimostra una governance responsabile allineata al mandato popolare e invia un messaggio agli attori politici sull’importanza della stabilità istituzionale e della corretta attuazione dei referendum.

Le prossime settimane saranno decisive per mantenere lo slancio legislativo e rafforzare i processi democratici in Ecuador. La maggioranza ADN ha evidenziato la necessità di collaborazione tra i partiti per rispondere efficacemente alle priorità pubbliche in materia di sicurezza, salute e sviluppo economico. Mancheno ha ribadito che il Congresso deve rispondere rapidamente alle decisioni degli elettori, implementando politiche che riflettano la volontà del popolo e tutelino la credibilità istituzionale e la governabilità.


Mishel Mancheno sur le Référendum : « Nous Respectons le Mandat du Peuple » alors que le Congrès Reprend son Agenda

La députée Mishel Mancheno, cheffe du groupe Acción Democrática Nacional (ADN), a souligné que les résultats du référendum du 16 novembre « doivent être respectés », précisant que le Congrès adaptera son agenda pour agir de manière responsable conformément à la volonté des électeurs. Elle a indiqué que l’assemblée plénière avait suspendu ses activités pendant 13 jours pendant la campagne, tandis que les commissions ont continué à travailler sur les projets de loi en cours. Depuis le mardi 18 novembre, l’agenda de l’assemblée a repris pour traiter les projets urgents et prioritaires.

Mancheno a insisté sur le fait que le président Daniel Noboa avait tenu sa promesse électorale en convoquant le référendum, affirmant que le processus ne concerne pas des victoires ou défaites partisanes, mais le respect de la décision publique. Le groupe ADN s’est engagé à maintenir la gouvernabilité et l’intégrité des institutions démocratiques, en priorisant des initiatives dans la sécurité, la santé et le développement national. Le référendum s’est conclu par un vote « Non » sur plusieurs points, dont la réduction du nombre de législateurs, envoyant un message clair aux parlementaires sur les attentes du public et les priorités législatives.

Le président de l’Assemblée, Niels Olsen, a ajouté que le projet politique pouvait « se réinventer » pour continuer à prendre des décisions difficiles, soulignant que les résultats exigent un travail législatif ininterrompu. Il a précisé que les députés ont le devoir d’examiner et d’appliquer rapidement les lois affectant l’ordre public, la sécurité sociale et la stabilité économique. Les commissions traitent actuellement des projets relatifs à la santé, aux infrastructures et au budget national, veillant à ce que les débats restent ciblés et que les procédures ne soient pas bloquées.

Les observateurs ont salué la décision de maintenir l’activité parlementaire malgré les résultats du référendum, soulignant l’importance de concilier démocratie représentative et efficacité législative. Le débat législatif reflète la nécessité de tenir compte de l’opinion publique tout en assurant la continuité institutionnelle. Selon Mancheno, cet exemple illustre une gouvernance responsable alignée sur le mandat populaire et envoie un message aux acteurs politiques sur la priorité de la stabilité institutionnelle et de la mise en œuvre correcte des référendums.

Les semaines à venir seront cruciales pour maintenir l’élan législatif et renforcer les processus démocratiques en Équateur. Le groupe ADN a insisté sur la nécessité d’une collaboration entre partis pour répondre efficacement aux priorités publiques en matière de sécurité, santé et développement économique. Mancheno a réitéré que le Congrès doit répondre rapidement aux décisions des électeurs, en mettant en œuvre des politiques reflétant la volonté du peuple et protégeant la crédibilité institutionnelle et la gouvernabilité.


Mishel Mancheno zum Referendum: „Wir Respektieren das Mandat des Volkes“, während der Kongress die Tagesordnung wieder aufnimmt

Die Abgeordnete Mishel Mancheno, Vorsitzende der Fraktion Acción Democrática Nacional (ADN), betonte, dass die Ergebnisse des Referendums vom 16. November „respektiert werden müssen“ und dass der Kongress seine Tagesordnung entsprechend anpassen werde, um verantwortungsvoll im Einklang mit dem Willen der Wähler zu handeln. Sie erklärte, dass die Vollversammlung während der Kampagne für 13 Tage pausierte, die Ausschüsse jedoch weiter an laufenden Gesetzesvorlagen arbeiteten. Ab Dienstag, dem 18. November, wurde die Plenarsitzung wieder aufgenommen, um dringende Gesetzesvorhaben und prioritäre Themen zu behandeln.

Mancheno unterstrich, dass Präsident Daniel Noboa sein Wahlversprechen erfüllt habe, indem er das Referendum einberief, und dass es dabei nicht um parteipolitische Siege oder Niederlagen gehe, sondern um die Umsetzung der Entscheidung der Bevölkerung. Die ADN-Fraktion verpflichtete sich, die Regierungsfähigkeit und die Integrität demokratischer Institutionen zu wahren, wobei Initiativen in den Bereichen Sicherheit, Gesundheit und nationale Entwicklung Priorität haben. Das Referendum endete mit einer „Nein“-Mehrheit bei mehreren Punkten, darunter die Reduzierung der Abgeordnetenzahl, was ein klares Signal an die Abgeordneten über die Erwartungen der Bevölkerung und gesetzgeberische Prioritäten sendet.

Der Präsident der Nationalversammlung, Niels Olsen, fügte hinzu, dass sich das politische Projekt „neu erfinden“ könne, um weiterhin schwierige Entscheidungen zu treffen, und betonte, dass die Ergebnisse kontinuierliche legislative Arbeit erfordern. Er wies darauf hin, dass die Abgeordneten verpflichtet seien, Gesetze, die Ordnung, soziale Sicherheit und wirtschaftliche Stabilität betreffen, zügig zu prüfen und umzusetzen. Die Ausschüsse bearbeiten derzeit Initiativen zu Gesundheitsversorgung, Infrastruktur und Haushaltsfragen, wobei die Debatten fokussiert bleiben und Verfahrensblockaden vermieden werden.

Beobachter lobten die Entscheidung, die parlamentarische Arbeit trotz des Referendumsausgangs fortzuführen, und betonten die Bedeutung, repräsentative Demokratie und effiziente Gesetzgebung in Einklang zu bringen. Die Debatten im Kongress verdeutlichen, wie wichtig es ist, die öffentliche Meinung zu berücksichtigen und gleichzeitig die institutionelle Kontinuität zu gewährleisten. Laut Mancheno zeigt dies verantwortungsvolle Gesetzgebung, die dem Volkswillen entspricht, und sendet ein Signal an politische Akteure, dass institutionelle Stabilität und die ordnungsgemäße Umsetzung von Referenden Priorität haben.

Die kommenden Wochen werden entscheidend sein, um den legislativen Schwung aufrechtzuerhalten und die demokratischen Prozesse in Ecuador zu stärken. Die ADN-Fraktion betonte die Notwendigkeit parteiübergreifender Zusammenarbeit, um Prioritäten der Bevölkerung in Sicherheit, Gesundheit und wirtschaftlicher Entwicklung wirksam umzusetzen. Mancheno wiederholte, dass der Kongress zügig auf die Entscheidungen der Wähler reagieren muss, um Gesetze umzusetzen, die den Willen des Volkes widerspiegeln und die Glaubwürdigkeit der Institutionen sowie die Regierungsfähigkeit sichern.

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