Ausentismo escolar en Carolina del Norte por presencia de la Patrulla Fronteriza

Ausentismo escolar en Carolina del Norte por presencia de la Patrulla Fronteriza

Miles de estudiantes en varios distritos escolares de Carolina del Norte han faltado a clases en las últimas semanas debido al temor generado por las operaciones de la Patrulla Fronteriza federal en la región. El ausentismo ha aumentado considerablemente, especialmente en distritos como Charlotte-Mecklenburg, Wake, Durham y Chapel Hill-Carrboro, donde las comunidades latinas e inmigrantes han registrado importantes caídas en la asistencia escolar. Muchas familias informan que mantienen a sus hijos en casa para evitar posibles encuentros con agentes fuertemente armados que patrullan los vecindarios locales.

El lunes 17 de noviembre, las Escuelas de Charlotte-Mecklenburg reportaron un 21% de ausentismo, con más de 30,000 estudiantes ausentes, frente al 8.9% de la semana anterior. En el condado de Wake, más de 19,000 estudiantes estuvieron ausentes el martes 18 de noviembre, lo que representa un aumento del 67% en comparación con principios de octubre. Durham y Chapel Hill-Carrboro también registraron tasas de ausentismo inusualmente altas. Profesores y administradores escolares señalan que estas ausencias afectan la enseñanza en el aula, interrumpen los planes de estudio y obligan a los docentes a adaptarse a la asistencia intermitente de los estudiantes.

Los distritos escolares han enfatizado que no cooperan con las agencias de inmigración ni recopilan información sobre el estatus migratorio de los estudiantes. Existen protocolos para proteger la privacidad de los alumnos, y se anima a los padres a reportar las ausencias y solicitar materiales educativos para que los niños puedan continuar su aprendizaje desde casa. Consejeros y personal de apoyo están disponibles para abordar la ansiedad y el estrés emocional que causan los temores relacionados con la presencia de agentes federales.

Organizaciones comunitarias y grupos de defensa han intervenido para ofrecer recursos y tranquilidad a las familias. Líneas de atención, tutorías virtuales y talleres comunitarios buscan garantizar que los estudiantes no se retrasen académicamente mientras se atienden sus preocupaciones de seguridad. Los funcionarios locales subrayan la importancia de mantener las escuelas públicas como espacios seguros e inclusivos para todos los niños, independientemente de su origen.

La Superintendente del Estado de Carolina del Norte para la Educación Pública destacó que todos los niños tienen derecho a educación pública gratuita, sin importar su estatus migratorio. Advirtió que las ausencias motivadas por el miedo perjudican no solo a los estudiantes afectados, sino también a la comunidad en general, pues las brechas en el aprendizaje pueden tener consecuencias a largo plazo.


School Absences Surge in North Carolina Amid Border Patrol Operations

Thousands of students across multiple school districts in North Carolina have missed classes in recent weeks due to fears caused by federal Border Patrol operations in the region. Absenteeism has risen sharply, particularly in districts such as Charlotte-Mecklenburg, Wake, Durham, and Chapel Hill-Carrboro, where Latino and immigrant communities have experienced significant drops in school attendance. Families report keeping children home to avoid potential encounters with heavily armed agents patrolling local neighborhoods.

On Monday, November 17, Charlotte-Mecklenburg Schools reported a 21% absentee rate, with over 30,000 students absent—up from 8.9% the previous week. In Wake County, more than 19,000 students were absent on Tuesday, November 18, representing a 67% increase compared to early October. Durham and Chapel Hill-Carrboro also saw unusually high absentee rates. Teachers and school administrators note that these absences are affecting classroom learning, disrupting lesson plans, and challenging educators who must adjust to students’ intermittent attendance.

School districts have emphasized that they do not cooperate with immigration enforcement agencies or collect information about students’ immigration status. Protocols are in place to protect student privacy, and parents are encouraged to report absences and request learning materials so that children can continue their education from home. Counselors and support staff are available to address anxiety and emotional distress caused by fears of immigration enforcement in communities.

Community organizations and advocacy groups have stepped in to provide resources and reassurance to families. Hotlines, virtual tutoring, and community workshops aim to ensure that students do not fall behind academically while addressing their concerns about safety and exposure to federal agents. Local officials stress the importance of maintaining public schools as safe and inclusive spaces for all children, regardless of background.

North Carolina State Superintendent of Public Instruction highlighted that every child has a right to a free public education, irrespective of immigration status. She warned that fear-driven absences are harmful not only to the affected students but also to the broader community, as gaps in learning can have long-term consequences. Educators, parents, and community leaders continue to collaborate to find solutions that protect students’ well-being while supporting uninterrupted access to education.

As federal enforcement operations continue, school districts and local organizations remain focused on minimizing disruptions, providing educational resources, and ensuring that all students feel safe and supported in their learning environments. Maintaining trust between schools and families is considered essential to protecting both academic achievement and community cohesion during this challenging period.


Faltas escolares na Carolina do Norte devido à presença da Patrulha de Fronteira

Milhares de estudantes em vários distritos escolares da Carolina do Norte faltaram às aulas nas últimas semanas devido ao medo causado pelas operações da Patrulha de Fronteira federal na região. O absenteísmo aumentou significativamente, especialmente em distritos como Charlotte-Mecklenburg, Wake, Durham e Chapel Hill-Carrboro, onde comunidades latinas e imigrantes registraram quedas expressivas na frequência escolar. Muitas famílias relataram manter as crianças em casa para evitar possíveis encontros com agentes fortemente armados patrulhando os bairros.

Na segunda-feira, 17 de novembro, as Escolas de Charlotte-Mecklenburg relataram um índice de absenteísmo de 21%, com mais de 30.000 estudantes ausentes, frente a 8,9% na semana anterior. No Condado de Wake, mais de 19.000 estudantes faltaram na terça-feira, 18 de novembro, representando um aumento de 67% em relação ao início de outubro. Durham e Chapel Hill-Carrboro também registraram taxas incomuns de absenteísmo. Professores e administradores observaram que essas faltas afetam o aprendizado em sala, interrompem o planejamento das aulas e obrigam os educadores a se adaptarem à presença intermitente dos alunos.

Os distritos escolares enfatizaram que não cooperam com agências de imigração nem coletam informações sobre o status migratório dos alunos. Existem protocolos para proteger a privacidade, e os pais são incentivados a reportar faltas e solicitar materiais educativos para que as crianças possam continuar aprendendo em casa. Conselheiros e equipe de apoio estão disponíveis para lidar com ansiedade e estresse emocional decorrentes do temor da presença de agentes federais.

Organizações comunitárias e grupos de apoio têm oferecido recursos e tranquilidade às famílias. Linhas de atendimento, tutorias virtuais e oficinas comunitárias buscam garantir que os alunos não fiquem atrasados academicamente enquanto recebem apoio sobre segurança. Autoridades locais destacam a importância de manter as escolas públicas como espaços seguros e inclusivos para todas as crianças, independentemente da origem.

A Superintendente de Educação Pública da Carolina do Norte ressaltou que todas as crianças têm direito à educação pública gratuita, independentemente do status migratório. Ela alertou que faltas motivadas pelo medo prejudicam não apenas os estudantes, mas toda a comunidade, já que lacunas de aprendizagem podem ter efeitos duradouros.


Assenze scolastiche in Carolina del Nord a causa della presenza della Border Patrol

Migliaia di studenti in diversi distretti scolastici della Carolina del Nord hanno saltato le lezioni nelle ultime settimane a causa della paura generata dalle operazioni della Border Patrol federale nella regione. L’assenteismo è aumentato notevolmente, soprattutto nei distretti di Charlotte-Mecklenburg, Wake, Durham e Chapel Hill-Carrboro, dove le comunità latinoamericane e immigrate hanno registrato cali significativi nella frequenza scolastica. Molte famiglie hanno riferito di tenere i figli a casa per evitare possibili incontri con agenti armati che pattugliano i quartieri.

Lunedì 17 novembre, le scuole di Charlotte-Mecklenburg hanno riportato un tasso di assenze del 21%, con oltre 30.000 studenti assenti, rispetto all’8,9% della settimana precedente. Nella contea di Wake, più di 19.000 studenti erano assenti martedì 18 novembre, con un aumento del 67% rispetto all’inizio di ottobre. Anche Durham e Chapel Hill-Carrboro hanno registrato tassi di assenze eccezionalmente alti. Insegnanti e amministratori scolastici segnalano che queste assenze influiscono sull’apprendimento in classe, interrompono i programmi di lezione e costringono gli educatori ad adattarsi alla frequenza intermittente degli studenti.

I distretti scolastici hanno sottolineato che non collaborano con le agenzie di immigrazione né raccolgono informazioni sullo status migratorio degli studenti. Sono previsti protocolli per proteggere la privacy degli alunni, e i genitori sono incoraggiati a segnalare le assenze e richiedere materiali didattici per consentire ai bambini di continuare l’istruzione da casa. Consiglieri e personale di supporto emotivo sono disponibili per affrontare ansia e stress causati dalla paura della presenza di agenti federali.

Organizzazioni comunitarie e gruppi di supporto hanno fornito risorse e rassicurazioni alle famiglie. Linee di assistenza, tutoraggio online e workshop comunitari mirano a garantire che gli studenti non rimangano indietro nell’apprendimento mentre ricevono supporto sulle preoccupazioni relative alla sicurezza. Le autorità locali sottolineano l’importanza di mantenere le scuole pubbliche come spazi sicuri e inclusivi per tutti i bambini, indipendentemente dall’origine.

La Sovrintendente dell’Istruzione pubblica della Carolina del Nord ha ribadito che tutti i bambini hanno diritto a un’istruzione pubblica gratuita, indipendentemente dallo status migratorio. Ha avvertito che le assenze dovute alla paura danneggiano non solo gli studenti coinvolti, ma l’intera comunità, poiché i gap nell’apprendimento possono avere conseguenze a lungo termine.


Hausse des absences scolaires en Caroline du Nord en raison de la présence de la Patrouille frontalière

Des milliers d’élèves dans plusieurs districts scolaires de Caroline du Nord ont manqué les cours ces dernières semaines en raison de la peur provoquée par les opérations de la Patrouille frontalière fédérale dans la région. L’absentéisme a fortement augmenté, notamment dans les districts de Charlotte-Mecklenburg, Wake, Durham et Chapel Hill-Carrboro, où les communautés latino-américaines et immigrées ont enregistré des baisses importantes de la fréquentation scolaire. De nombreuses familles expliquent qu’elles gardent leurs enfants à la maison pour éviter d’éventuelles rencontres avec des agents lourdement armés patrouillant dans les quartiers.

Le lundi 17 novembre, les écoles de Charlotte-Mecklenburg ont signalé un taux d’absentéisme de 21 %, avec plus de 30 000 élèves absents, contre 8,9 % la semaine précédente. Dans le comté de Wake, plus de 19 000 élèves étaient absents le mardi 18 novembre, soit une augmentation de 67 % par rapport au début du mois d’octobre. Durham et Chapel Hill-Carrboro ont également enregistré des taux d’absentéisme exceptionnellement élevés. Les enseignants et les administrateurs scolaires notent que ces absences perturbent l’enseignement, compliquent la planification des cours et obligent le personnel éducatif à s’adapter à une fréquentation irrégulière.

Les districts scolaires ont souligné qu’ils ne collaborent pas avec les agences fédérales d’immigration et ne collectent pas d’informations sur le statut migratoire des élèves. Des protocoles sont en place pour protéger la confidentialité, et les parents sont encouragés à signaler les absences et à demander des supports pédagogiques pour que les enfants puissent poursuivre leur apprentissage à domicile. Les conseillers scolaires et le personnel de soutien émotionnel sont disponibles pour aider les élèves confrontés à l’anxiété et au stress liés à la présence des agents fédéraux.

Les organisations communautaires et les groupes de défense ont mis en place des ressources et des programmes pour rassurer les familles. Des lignes d’assistance, du tutorat virtuel et des ateliers communautaires visent à éviter que les élèves prennent du retard scolaire tout en répondant à leurs préoccupations de sécurité. Les autorités locales insistent sur l’importance de maintenir les écoles publiques comme espaces sûrs et inclusifs pour tous les enfants, quel que soit leur origine.

La Surintendante de l’éducation publique de Caroline du Nord a rappelé que tous les enfants ont droit à une éducation publique gratuite, quel que soit leur statut migratoire. Elle a averti que l’absentéisme motivé par la peur nuit non seulement aux élèves concernés mais à l’ensemble de la communauté, car les lacunes scolaires peuvent avoir des conséquences à long terme.


Schulabsenzen in North Carolina aufgrund der Präsenz der Grenzschutzbehörde

Tausende von Schülern in mehreren Schulbezirken in North Carolina haben in den letzten Wochen den Unterricht verpasst, weil sie Angst vor den Operationen der Bundesgrenzschutzbehörde hatten. Das Fernbleiben von der Schule ist besonders stark in Bezirken wie Charlotte-Mecklenburg, Wake, Durham und Chapel Hill-Carrboro gestiegen, in denen lateinamerikanische und Einwanderergemeinschaften einen deutlichen Rückgang der Anwesenheit verzeichneten. Viele Familien berichten, ihre Kinder zu Hause zu behalten, um mögliche Begegnungen mit schwer bewaffneten Beamten in der Nachbarschaft zu vermeiden.

Am Montag, den 17. November, meldeten die Schulen von Charlotte-Mecklenburg eine Abwesenheitsquote von 21 %, mit über 30.000 fehlenden Schülern, verglichen mit 8,9 % in der Vorwoche. Im Wake County waren am Dienstag, den 18. November, mehr als 19.000 Schüler abwesend, was einem Anstieg von 67 % gegenüber Anfang Oktober entspricht. Auch Durham und Chapel Hill-Carrboro verzeichneten ungewöhnlich hohe Abwesenheitsraten. Lehrer und Schulleiter berichten, dass diese Fehlzeiten den Unterricht beeinträchtigen, die Unterrichtsplanung stören und die Lehrkräfte zwingen, sich auf unregelmäßige Anwesenheit einzustellen.

Die Schulbezirke betonten, dass sie nicht mit Einwanderungsbehörden zusammenarbeiten und keine Informationen über den Einwanderungsstatus der Schüler sammeln. Protokolle zum Schutz der Privatsphäre sind vorhanden, und Eltern werden ermutigt, Abwesenheiten zu melden und Lernmaterialien anzufordern, damit die Kinder von zu Hause aus weiter lernen können. Schulberater und emotionales Unterstützungspersonal stehen zur Verfügung, um Schülern bei Angst und Stress durch die Präsenz von Bundesbeamten zu helfen.

Gemeinschaftsorganisationen und Interessengruppen bieten Ressourcen und Unterstützung für Familien an. Hotlines, virtueller Nachhilfeunterricht und Gemeinde-Workshops sollen sicherstellen, dass Schüler keinen akademischen Rückstand erleiden und gleichzeitig ihre Sicherheitsbedenken adressiert werden. Lokale Behörden betonen die Wichtigkeit, öffentliche Schulen als sichere und inklusive Räume für alle Kinder zu erhalten, unabhängig von deren Herkunft.

Die Superintendentin für öffentliche Bildung in North Carolina betonte, dass alle Kinder das Recht auf kostenlose öffentliche Bildung haben, unabhängig vom Einwanderungsstatus. Sie warnte, dass angstbedingtes Fernbleiben nicht nur die betroffenen Schüler, sondern die gesamte Gemeinschaft beeinträchtigt, da Lernlücken langfristige Folgen haben können.

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