¡Noboa sacude Guayaquil! Vincula baja de homicidios a captura de “alcalde criminal” y apunta dedo a Aquiles Álvarez por nexos mafiosos
El presidente Daniel Noboa soltó una bomba política este viernes al atribuir la drástica reducción de homicidios en Guayas a la reciente captura de un “alcalde criminal”, en una clara alusión al alcalde de Durán, Aquiles Álvarez, detenido por presuntos lazos con mafias narco. En cadena nacional desde Carondelet, Noboa celebró que Guayaquil y Durán pasaran de 120 a 45 asesinatos mensuales en febrero, gracias a operativos como “Tormenta 2026”. “Cuando capturamos a alcaldes criminales con brazos políticos en mafias, la paz baja. Hay concejales y funcionarios que protegen a Los Choneros y Lobos. No diré nombres, pero Durán lo sabe”, disparó el mandatario, dejando entrever la mira en Álvarez, suspendido por la Contraloría.
Álvarez, de 52 años y aliado correísta, cayó el martes en allanamiento de la Fiscalía: hallaron 2 millones en efectivo, títulos de 15 inmuebles y chats con alias “Rambo”, lugarteniente de Los Lobos extraditado. Acusado de lavado, cohecho y pacto con narcotraficantes para licitaciones de obras en Durán, el alcalde enfrenta prisión en Litoral. “Cobró 30% de contratos para obras fantasmas, financiando sicariato. Su captura cortó oxígeno a bandas; homicidios cayeron 60% en Durán”, detalló Noboa, mostrando evidencias en pantalla: mensajes como “Necesito 50k para los muchachos” firmados por Álvarez.
La arenga presidencial desató revuelo: en Guayaquil, tricolores aplaudieron en Plaza Centenario, ondeando banderas contra “narco-políticos”. Opositores gritan persecución: el exalcalde Jimmy Jairala tuiteó “Noboa usa Policía para cazar disidentes”. Álvarez, desde la cárcel, negó vía abogado: “Montaje político; soy víctima de lawfare”. Noboa contraatacó: “Mafias tienen brazos en asambleas y municipios. Publicaremos lista pronto; el pueblo merece saber quiénes financian balas”.
Datos respaldan al Ejecutivo: enero 2026 registró 350 homicidios nacionales, febrero baja a 200 con 40 capturas de capos. Guayaquil, epicentro narco, ve calles seguras por primera vez en años. “Capturas como la de Álvarez y ‘JR’ desmantelan estructuras. Invertimos 100 millones en inteligencia y cárceles de máxima”, presumió Noboa, anunciando ley anti-brazos políticos para inhabilitar funcionarios narco.
Expertos dividen opiniones: el analista Fausto Cobo aplaude “estrategia Noboa: decapitar cúpulas locales”. Pero la CIDH alerta sobre “uso político de justicia”. En Durán, vecinos marchan: “Álvarez nos vendió al diablo; gracias presidente por limpiar”. La alusión noboísta tensiona elecciones 2027: ¿caerán más alcaldes? Noboa cierra: “No hay intocables. Ecuador avanza sin mafias políticas”.
Noboa shakes Guayaquil! Links drop in homicides to capture of “criminal mayor” and points finger at Aquiles Álvarez over mafia ties
President Daniel Noboa dropped a political bomb this Friday by attributing the drastic reduction in homicides in Guayas to the recent capture of a “criminal mayor,” in a clear reference to the mayor of Durán, Aquiles Álvarez, arrested for alleged ties to drug mafias. In a national broadcast from Carondelet Palace, Noboa celebrated that Guayaquil and Durán went from 120 to 45 monthly murders in February, thanks to operations such as “Storm 2026.” “When we capture criminal mayors with political arms inside mafias, peace increases. There are council members and officials who protect Los Choneros and Los Lobos. I won’t say names, but Durán knows,” the president fired off, clearly hinting at Álvarez, who has been suspended by the Comptroller’s Office.
Álvarez, 52, an ally of former president Rafael Correa, was arrested Tuesday in a raid by the Prosecutor’s Office: authorities found $2 million in cash, deeds to 15 properties, and chat messages with alias “Rambo,” a lieutenant of Los Lobos who was extradited. Accused of money laundering, bribery, and agreements with drug traffickers for public works contracts in Durán, the mayor faces detention at Litoral prison. “He took 30% of contracts for phantom projects, financing contract killings. His capture cut off oxygen to the gangs; homicides dropped 60% in Durán,” Noboa detailed, displaying evidence on screen: messages such as “I need 50k for the guys” allegedly signed by Álvarez.
The presidential remarks sparked uproar: in Guayaquil, supporters applauded in Plaza Centenario, waving flags against “narco-politicians.” Opponents cried persecution: former mayor Jimmy Jairala tweeted, “Noboa is using the police to hunt dissidents.” Álvarez, from prison, denied the accusations through his lawyer: “Political setup; I am a victim of lawfare.” Noboa countered: “Mafias have arms in assemblies and municipalities. We will publish a list soon; the people deserve to know who finances bullets.”
Data backs the Executive: January 2026 recorded 350 homicides nationwide, February dropped to 200 with 40 cartel leader arrests. Guayaquil, a narco epicenter, is seeing safer streets for the first time in years. “Arrests like those of Álvarez and ‘JR’ dismantle structures. We are investing $100 million in intelligence and maximum-security prisons,” Noboa boasted, announcing an anti-political-arms law to disqualify officials linked to narco groups.
Experts are divided: analyst Fausto Cobo applauds the “Noboa strategy: decapitating local leadership.” But the Inter-American Commission on Human Rights warns of the “political use of justice.” In Durán, residents march: “Álvarez sold us to the devil; thank you, Mr. President, for cleaning up.” Noboa’s remarks heighten tensions ahead of the 2027 elections: will more mayors fall? Noboa concluded: “No one is untouchable. Ecuador moves forward without political mafias.”
Noboa sacode Guayaquil! Liga queda nos homicídios à captura de “prefeito criminoso” e aponta dedo para Aquiles Álvarez por vínculos mafiosos
O presidente Daniel Noboa lançou uma bomba política nesta sexta-feira ao atribuir a drástica redução dos homicídios em Guayas à recente captura de um “prefeito criminoso”, em clara alusão ao prefeito de Durán, Aquiles Álvarez, detido por supostos laços com máfias do narcotráfico. Em cadeia nacional desde o Palácio de Carondelet, Noboa comemorou que Guayaquil e Durán tenham passado de 120 para 45 assassinatos mensais em fevereiro, graças a operações como a “Tormenta 2026”. “Quando capturamos prefeitos criminosos com braços políticos dentro das máfias, a paz aumenta. Há vereadores e funcionários que protegem Los Choneros e Los Lobos. Não direi nomes, mas Durán sabe”, disparou o mandatário, deixando clara a referência a Álvarez, suspenso pela Controladoria.
Álvarez, de 52 anos e aliado do correísmo, foi preso na terça-feira em uma operação da Promotoria: foram encontrados 2 milhões de dólares em dinheiro, escrituras de 15 imóveis e mensagens com o vulgo “Rambo”, lugartenente de Los Lobos extraditado. Acusado de lavagem de dinheiro, corrupção e acordos com narcotraficantes para contratos de obras públicas em Durán, o prefeito enfrenta prisão no Litoral. “Ele cobrava 30% dos contratos de obras fantasmas, financiando o sicariato. Sua captura cortou o oxigênio das facções; os homicídios caíram 60% em Durán”, detalhou Noboa, exibindo provas na tela: mensagens como “Preciso de 50 mil para os rapazes” supostamente assinadas por Álvarez.
A declaração presidencial gerou alvoroço: em Guayaquil, apoiadores aplaudiram na Plaza Centenario, agitando bandeiras contra “narco-políticos”. Opositores gritaram perseguição: o ex-prefeito Jimmy Jairala tuitou “Noboa usa a polícia para caçar dissidentes”. Álvarez, da prisão, negou por meio de seu advogado: “Montagem política; sou vítima de lawfare”. Noboa rebateu: “As máfias têm braços em assembleias e municípios. Publicaremos uma lista em breve; o povo merece saber quem financia balas.”
Dados respaldam o Executivo: janeiro de 2026 registrou 350 homicídios no país, fevereiro caiu para 200 com 40 capturas de chefes criminosos. Guayaquil, epicentro do narcotráfico, vê ruas mais seguras pela primeira vez em anos. “Prisões como as de Álvarez e ‘JR’ desmantelam estruturas. Investimos 100 milhões em inteligência e presídios de segurança máxima”, afirmou Noboa, anunciando uma lei contra braços políticos para inabilitar funcionários ligados ao narcotráfico.
Especialistas se dividem: o analista Fausto Cobo elogia a “estratégia Noboa: decapitar cúpulas locais”. Mas a Comissão Interamericana de Direitos Humanos alerta para o “uso político da justiça”. Em Durán, moradores marcham: “Álvarez nos vendeu ao diabo; obrigado, presidente, por limpar”. A declaração de Noboa tensiona as eleições de 2027: cairão mais prefeitos? Noboa concluiu: “Não há intocáveis. O Equador avança sem máfias políticas.”