“Lamentable y alarmante”: Reimberg critica la impunidad de alias Negro Willy en España y promete agotar vías diplomáticas
El ministro del Interior de Ecuador, Juan Zapata Reimberg, calificó de “lamentable y alarmante” la aparente impunidad con la que opera en España José Adolfo Macías Villamar, conocido como alias Negro Willy, uno de los cabecillas más buscados de la banda criminal Los Choneros. En un contundente pronunciamiento este lunes, Reimberg aseguró que el Estado ecuatoriano agotará todas las instancias diplomáticas y judiciales para garantizar su extradición y regreso al país, donde enfrenta múltiples cargos por narcotráfico, sicariato y organización criminal.
La declaración surge tras reportes confirmados por medios españoles que ubican a Negro Willy en territorio ibérico, presumiblemente bajo protección o con identidad falsa, evadiendo una orden de captura internacional emitida por Interpol. Fuentes de la Policía Nacional ecuatoriana revelaron que el delincuente, lugarteniente cercano de alias Fito (José Adolfo Macías), escapó de Ecuador en 2024 tras una serie de operativos fallidos que desmantelaron células de Los Choneros en Guayaquil y Esmeraldas. Su presencia en Europa representa un golpe a los esfuerzos antipandillas del gobierno de Daniel Noboa, que ha declarado un “conflicto armado interno” contra el crimen organizado.
“Lamentable y alarmante es que un criminal de esta envergadura circule libremente en un país aliado como España, mientras Ecuador lucha por su seguridad. No descansaremos hasta verlo tras las rejas aquí, donde debe pagar por la sangre de ecuatorianos inocentes”, enfatizó Reimberg durante una rueda de prensa en Quito. El ministro detalló que ya se activaron canales con el Ministerio de Asuntos Exteriores español y la Fiscalía Europea, exigiendo la ejecución inmediata de la alerta roja de Interpol. “Agotaremos todas las instancias: diplomacia, Interpol, Europol y, si es necesario, la Corte Penal Internacional”, agregó.
Contexto del caso Negro Willy
Alias Negro Willy acumula acusaciones por al menos 15 homicidios vinculados a disputas territoriales por rutas de droga en el Pacífico ecuatoriano. Su escape coincidió con la fuga masiva de Fito de la Penitenciaría Regional de Guayaquil en enero de 2024, desatando una ola de violencia que dejó más de 1.200 asesinatos en Ecuador solo ese año. Expertos en seguridad, como el analista Diego Ordóñez, advierten que la impunidad en Europa incentiva a narcos sudamericanos a refugiarse allí, complicando la cooperación internacional.
El gobierno ecuatoriano ha intensificado tratados de extradición con la Unión Europea desde 2025, con éxito en casos como el de alias ‘Rasquiña’. Sin embargo, la demora en el caso de Negro Willy genera críticas de la oposición, que acusa al Ejecutivo de ineficacia. Reimberg respondió: “La justicia no es instantánea, pero es inexorable”.
Organizaciones como Fundación Ciudadanía y Desarrollo exigieron mayor presión diplomática, mientras España no ha emitido comentarios oficiales. Este caso pone a prueba la alianza bilateral en la lucha contra el narcotráfico transatlántico.
“Regrettable and alarming”: Reimberg criticizes the impunity of alias Negro Willy in Spain and promises to exhaust diplomatic channels
Ecuador’s Minister of the Interior, Juan Zapata Reimberg, described as “regrettable and alarming” the apparent impunity with which José Adolfo Macías Villamar, known as alias Negro Willy, operates in Spain. He is one of the most wanted leaders of the criminal gang Los Choneros. In a strong statement this Monday, Reimberg assured that the Ecuadorian State will exhaust all diplomatic and judicial avenues to guarantee his extradition and return to the country, where he faces multiple charges for drug trafficking, contract killings, and organized crime.
The statement follows reports confirmed by Spanish media placing Negro Willy in Spanish territory, presumably under protection or using a false identity, evading an international arrest warrant issued by Interpol. Sources from Ecuador’s National Police revealed that the criminal, a close lieutenant of alias Fito (José Adolfo Macías), fled Ecuador in 2024 after a series of failed operations that dismantled Los Choneros cells in Guayaquil and Esmeraldas. His presence in Europe represents a setback to the anti-gang efforts of Daniel Noboa’s government, which has declared an “internal armed conflict” against organized crime.
“It is regrettable and alarming that a criminal of this magnitude can move freely in an allied country like Spain, while Ecuador fights for its security. We will not rest until we see him behind bars here, where he must pay for the blood of innocent Ecuadorians,” Reimberg emphasized during a press conference in Quito. The minister detailed that channels have already been activated with Spain’s Ministry of Foreign Affairs and the European Prosecutor’s Office, demanding the immediate execution of the Interpol red notice. “We will exhaust all avenues: diplomacy, Interpol, Europol, and, if necessary, the International Criminal Court,” he added.
Alias Negro Willy faces accusations for at least 15 homicides linked to territorial disputes over drug trafficking routes along Ecuador’s Pacific coast. His escape coincided with the mass prison break of Fito from the Guayaquil Regional Penitentiary in January 2024, unleashing a wave of violence that left more than 1,200 murders in Ecuador that year alone. Security experts, such as analyst Diego Ordóñez, warn that impunity in Europe encourages South American drug traffickers to seek refuge there, complicating international cooperation.
The Ecuadorian government has intensified extradition treaties with the European Union since 2025, with successful cases such as alias ‘Rasquiña’. However, delays in the Negro Willy case have drawn criticism from the opposition, which accuses the government of inefficiency. Reimberg responded: “Justice is not immediate, but it is inexorable.”
Organizations such as Fundación Ciudadanía y Desarrollo have called for greater diplomatic pressure, while Spain has not issued official comments. This case tests the bilateral alliance in the fight against transatlantic drug trafficking.
“Lamentável e alarmante”: Reimberg critica a impunidade de alias Negro Willy na Espanha e promete esgotar vias diplomáticas
O ministro do Interior do Equador, Juan Zapata Reimberg, classificou como “lamentável e alarmante” a aparente impunidade com que José Adolfo Macías Villamar, conhecido como alias Negro Willy, atua na Espanha. Ele é um dos líderes mais procurados da organização criminosa Los Choneros. Em um pronunciamento contundente nesta segunda-feira, Reimberg assegurou que o Estado equatoriano esgotará todas as vias diplomáticas e judiciais para garantir sua extradição e retorno ao país, onde enfrenta múltiplas acusações por narcotráfico, assassinatos por encomenda e organização criminosa.
A declaração surge após reportagens confirmadas por meios de comunicação espanhóis que localizam Negro Willy em território espanhol, presumivelmente sob proteção ou utilizando identidade falsa, evadindo um mandado de captura internacional emitido pela Interpol. Fontes da Polícia Nacional do Equador revelaram que o criminoso, braço direito de alias Fito (José Adolfo Macías), fugiu do Equador em 2024 após uma série de operações fracassadas que desmantelaram células de Los Choneros em Guayaquil e Esmeraldas. Sua presença na Europa representa um golpe aos esforços contra gangues do governo de Daniel Noboa, que declarou um “conflito armado interno” contra o crime organizado.
“É lamentável e alarmante que um criminoso dessa magnitude circule livremente em um país aliado como a Espanha, enquanto o Equador luta por sua segurança. Não descansaremos até vê-lo atrás das grades aqui, onde deve pagar pelo sangue de equatorianos inocentes”, enfatizou Reimberg durante uma coletiva de imprensa em Quito. O ministro detalhou que já foram ativados canais com o Ministério das Relações Exteriores da Espanha e o Ministério Público Europeu, exigindo a execução imediata do alerta vermelho da Interpol. “Esgotaremos todas as instâncias: diplomacia, Interpol, Europol e, se necessário, o Tribunal Penal Internacional”, acrescentou.
Alias Negro Willy acumula acusações por pelo menos 15 homicídios ligados a disputas territoriais por rotas de tráfico de drogas no Pacífico equatoriano. Sua fuga coincidiu com a fuga em massa de Fito da Penitenciária Regional de Guayaquil em janeiro de 2024, desencadeando uma onda de violência que deixou mais de 1.200 assassinatos no Equador apenas naquele ano. Especialistas em segurança, como o analista Diego Ordóñez, alertam que a impunidade na Europa incentiva narcotraficantes sul-americanos a se refugiarem lá, dificultando a cooperação internacional.
O governo equatoriano intensificou os tratados de extradição com a União Europeia desde 2025, com sucesso em casos como o de alias ‘Rasquiña’. No entanto, a demora no caso de Negro Willy gera críticas da oposição, que acusa o Executivo de ineficiência. Reimberg respondeu: “A justiça não é imediata, mas é inexorável.”
Organizações como a Fundação Cidadania e Desenvolvimento exigiram maior pressão diplomática, enquanto a Espanha não emitiu comentários oficiais. Este caso coloca à prova a aliança bilateral na luta contra o narcotráfico transatlântico.