Millions Face Food Aid Cuts in November: Trump Administration to Partially Fund SNAP Amid Federal Shutdown
President Donald Trump’s administration announced it will only partially fund the Supplemental Nutrition Assistance Program (SNAP) for November as the nation endures its longest government shutdown in years. Forced by court orders to keep SNAP operating—America’s largest food aid program, relied on by over 42 million citizens—the White House said it will tap emergency “contingency funds,” which can only cover about half of normal monthly benefits.
Federal judges in Massachusetts and Rhode Island last week ordered the government to use these reserves after the USDA admitted it could no longer fully finance the program. However, the reserves—estimated between $4.6 and $5.2 billion—fall far short of the roughly $9 billion needed for a typical month’s benefits.
Consequently, most SNAP recipients will receive between 50% and 65% of their usual monthly assistance, equating to $95–$130 per person instead of the usual $190. The USDA said it remains unclear when payments will reach EBT cards, warning that delays could vary by state and last from several days to weeks.
Administration officials defended the partial funding as the only legal and logistical solution to comply with court rulings while avoiding a complete shutdown of the program. However, Democrats condemned the move as “leaving families behind,” arguing that millions of children, seniors, and low-income workers would suffer. Lawmakers have also warned that the problem could worsen in December if the budget impasse continues.
The USDA said it may provide retroactive payments once Congress restores full appropriations, but advocacy groups fear irreversible harm to families already struggling with food insecurity.
With grocery prices high and wages stagnant, the partial suspension of SNAP benefits threatens to deepen economic distress in vulnerable communities. Pressure is growing on both parties to end the shutdown and ensure that the nation’s food safety net remains intact before more families are pushed to the brink of hunger.
Millones enfrentan recortes en la ayuda alimentaria en noviembre: la administración Trump financiará parcialmente el SNAP en medio del cierre federal
La administración del presidente Donald Trump anunció que solo financiará parcialmente el Programa de Asistencia Nutricional Suplementaria (SNAP) durante noviembre, mientras el país atraviesa el cierre gubernamental más prolongado en años. Obligado por órdenes judiciales a mantener el programa en funcionamiento —el mayor sistema de ayuda alimentaria de Estados Unidos, del que dependen más de 42 millones de personas—, la Casa Blanca recurrirá a “fondos de contingencia” de emergencia, suficientes apenas para cubrir la mitad de los beneficios habituales.
Jueces federales en Massachusetts y Rhode Island ordenaron la semana pasada al gobierno utilizar esas reservas después de que el USDA reconociera que no podía financiar completamente el programa. Sin embargo, esos fondos —entre 4,6 y 5,2 mil millones de dólares— son muy inferiores a los 9 mil millones que normalmente se requieren por mes.
En consecuencia, la mayoría de los beneficiarios recibirá solo entre el 50% y el 65% de su ayuda mensual habitual, es decir, entre 95 y 130 dólares por persona, en lugar de los 190 habituales. El USDA advirtió que los pagos podrían retrasarse, variando entre días o semanas según el estado.
Funcionarios de la administración defendieron la decisión como la única medida legalmente posible para cumplir con los fallos judiciales y evitar una suspensión total. Sin embargo, los demócratas criticaron duramente la medida por “abandonar a las familias”, y advirtieron que la situación podría repetirse en diciembre si el Congreso no logra resolver el cierre presupuestario.
El USDA afirmó que algunos hogares podrían recibir pagos retroactivos cuando se restablezca la financiación completa, pero organizaciones sociales alertan de daños irreversibles para millones de familias ya golpeadas por la inseguridad alimentaria.
Con precios altos y salarios estancados, el recorte parcial del SNAP amenaza con agravar la crisis económica en las comunidades más vulnerables. La presión aumenta sobre el Congreso y la Casa Blanca para poner fin al cierre y restablecer la red de apoyo alimentario antes de que más familias caigan en la pobreza extrema.
Milhões enfrentam cortes na ajuda alimentar em novembro: governo Trump financiará parcialmente o SNAP durante paralisação federal
O governo do presidente Donald Trump anunciou que financiará apenas parcialmente o Programa de Assistência Nutricional Suplementar (SNAP) em novembro, enquanto o país enfrenta a mais longa paralisação do governo em anos. Forçado por decisões judiciais a manter o programa —o maior sistema de ajuda alimentar dos Estados Unidos, do qual dependem mais de 42 milhões de pessoas—, a Casa Branca usará “fundos de contingência” emergenciais, suficientes apenas para cobrir cerca de metade dos benefícios mensais normais.
Juízes federais em Massachusetts e Rhode Island ordenaram na semana passada que o governo utilizasse essas reservas após o USDA declarar que não poderia financiar totalmente o programa. No entanto, os fundos disponíveis —entre US$ 4,6 e 5,2 bilhões— estão muito abaixo dos US$ 9 bilhões necessários para um mês típico de benefícios.
Como resultado, a maioria dos beneficiários receberá apenas entre 50% e 65% da assistência normal, cerca de US$ 95 a US$ 130 por pessoa, em vez dos US$ 190 habituais. O USDA alertou que os pagamentos podem atrasar-se em vários estados, com intervalos que vão de alguns dias a semanas.
Funcionários do governo defenderam a medida como a única opção viável e legal para cumprir as ordens judiciais sem interromper totalmente o programa. Porém, os democratas criticaram duramente, dizendo que o governo está “abandonando as famílias” e advertiram que a situação poderá se repetir em dezembro se o impasse orçamentário continuar.
O USDA afirmou que alguns lares poderão receber pagamentos retroativos quando o financiamento for restaurado, mas grupos de direitos sociais alertam que o impacto sobre famílias em insegurança alimentar pode ser devastador.
Com preços altos e salários parados, a redução do SNAP ameaça agravar o sofrimento econômico das comunidades mais vulneráveis. Cresce a pressão sobre o Congresso e a Casa Branca para encerrar o fechamento do governo e restaurar o programa integral antes que mais famílias enfrentem fome e miséria.