State of Exception at the Limit: Four Key Restrictions in Five Provinces and Three Cantons
The rise in violence across Ecuador prompted President Daniel Noboa to enact a new state of exception, starting Tuesday, November 4, 2025, for a period of sixty days. This decree targets the country’s most dangerous zones and imposes strict measures to curb organized crime and gang activity. The geographic scope includes five provinces—Guayas, Manabí, El Oro, Santa Elena, and Los Ríos—as well as three strategic cantons: La Maná (Cotopaxi), Las Naves, and Echeandía (Bolívar).
Central to the decree is the suspension of four constitutional rights, giving security forces stronger legal tools to dismantle criminal networks.
Suspension of the Right to Inviolability of the Home: Authorities can now enter homes and properties without prior judicial authorization, enabling rapid inspections, raids, and dismantling of hideouts, weapons caches, and operational centers.
Suspension of the Right to Inviolability of Correspondence: Military and police forces are authorized to collect and analyze messages, letters, and communications that could facilitate criminal activities, aiming to disrupt coordination among gangs.
Suspension of the Right to Freedom of Assembly: Public gatherings can be limited or dissolved if deemed a threat to security, preventing protests or assemblies from being exploited for violent or destabilizing purposes.
Partial Suspension of the Right to Freedom of Movement (Curfew): While not uniformly imposed, the decree allows authorities to restrict movement of people and vehicles in specific zones and times, providing operational flexibility for security operations.
Officials justify these measures as necessary to combat terrorist-style attacks, including bombings, and escalating violence from territorial disputes among criminal organizations. The government emphasizes that these actions are temporary but critical to restore order in Ecuador’s most conflictive areas.
Public reaction remains divided: some citizens express relief at the assertive measures against gangs, while others voice concern over civil liberties. The balance between security and individual rights is delicate, but the Noboa administration insists the state of exception is aimed at safeguarding lives and dismantling criminal networks threatening the nation’s stability.
Estado de Excepción al Límite: Cuatro Restricciones Clave en Cinco Provincias y Tres Cantones
El aumento de la violencia en Ecuador obligó al presidente Daniel Noboa a decretar un nuevo estado de excepción desde el martes 4 de noviembre de 2025, por un periodo de sesenta días. Esta medida se centra en las zonas más conflictivas y busca frenar la actividad de grupos criminales y pandillas. La medida abarca cinco provincias: Guayas, Manabí, El Oro, Santa Elena y Los Ríos, así como tres cantones estratégicos: La Maná (Cotopaxi), Las Naves y Echeandía (Bolívar).
El núcleo del decreto consiste en la suspensión de cuatro derechos constitucionales, otorgando a las fuerzas de seguridad herramientas legales más robustas para desmantelar redes delictivas.
Suspensión del Derecho a la Inviolabilidad del Hogar: Las autoridades pueden ingresar a viviendas y propiedades sin autorización judicial previa, permitiendo inspecciones y allanamientos rápidos para desmantelar escondites, arsenales y centros operativos.
Suspensión del Derecho a la Inviolabilidad de la Correspondencia: Se autoriza a militares y policías a recolectar y analizar mensajes, cartas y comunicaciones vinculadas a actividades criminales, con el objetivo de interrumpir la coordinación de pandillas.
Suspensión del Derecho a la Libertad de Reunión: Se permite limitar o disolver concentraciones públicas que representen amenazas a la seguridad, evitando que sean usadas con fines violentos o desestabilizadores.
Suspensión Parcial del Derecho a la Libertad de Movilidad (Toque de Queda): Aunque no se aplica de manera uniforme, el decreto faculta a restringir la circulación de personas y vehículos en zonas y horarios específicos según la necesidad operativa.
Las autoridades justifican estas medidas por los ataques terroristas, como explosiones, y la violencia extrema de los conflictos territoriales entre bandas. La reacción pública está dividida entre quienes celebran la acción contra la delincuencia y quienes se preocupan por los derechos individuales.
Estado de Exceção ao Limite: Quatro Restrições-Chave em Cinco Províncias e Três Cantões
O aumento da violência no Equador levou o presidente Daniel Noboa a decretar um novo estado de exceção, a partir de terça-feira, 4 de novembro de 2025, com duração de sessenta dias. O decreto atinge as áreas mais perigosas e impõe medidas rigorosas para combater o crime organizado e gangues. Abrange cinco províncias: Guayas, Manabí, El Oro, Santa Elena e Los Ríos, além de três cantões estratégicos: La Maná (Cotopaxi), Las Naves e Echeandía (Bolívar).
O decreto suspende quatro direitos constitucionais, fortalecendo as ferramentas legais das forças de segurança para desmantelar redes criminosas.
Suspensão do Direito à Inviolabilidade do Lar: Autoridades podem entrar em casas e propriedades sem autorização judicial, permitindo inspeções e operações rápidas para eliminar esconderijos, arsenais e centros operacionais.
Suspensão do Direito à Inviolabilidade de Correspondência: Forças militares e policiais podem coletar e analisar mensagens, cartas e comunicações ligadas a atividades criminosas, visando interromper a coordenação das gangues.
Suspensão do Direito à Liberdade de Reunião: Reuniões públicas podem ser limitadas ou dissolvidas se representarem ameaça à segurança, prevenindo atos violentos ou desestabilizadores.
Suspensão Parcial do Direito à Liberdade de Movimento (Toque de Recolher): Embora não seja generalizado, o decreto permite restringir o trânsito de pessoas e veículos em zonas e horários específicos, conforme a necessidade operacional.
As autoridades justificam as medidas diante de ataques com explosivos e violência extrema por disputas territoriais de gangues. A população se divide entre quem apoia o controle da criminalidade e quem teme pela liberdade individual. O governo de Noboa sustenta que a medida é temporária e essencial para restaurar a segurança nas áreas mais afetadas do país.