Crackdown in Gualaquiza: 11 Illegal Mining Camps Destroyed, 30,000 Gallons of Diesel Neutralized, and Three Arrested
High-impact military operations by Ecuador’s Security Bloc have dismantled 11 illegal mining camps in the El Tink and Nayap sectors of Gualaquiza, Morona Santiago province, in one of the largest anti-mining offensives of the year. The operation, led by the Ecuadorian Army, resulted in three arrests and the neutralization of 30,000 gallons of diesel fuel intended for illicit gold extraction. Authorities also immobilized 26 excavators and seized large quantities of tools, hoses, generators, and logistics materials that sustained the criminal activity in the Amazonian region.
According to the Armed Forces, the coordinated ground and aerial deployment aimed to cut off key supply chains, weaken operational networks, and reassert territorial control in high-risk corridors long exploited by illegal miners. Military patrols have been reinforced across Morona Santiago to prevent the reactivation of these camps, which often re-emerge days after dismantling due to the profitability of gold smuggling operations.
Illegal mining in the Amazon continues to be one of Ecuador’s most serious environmental and security threats. Beyond deforestation and river contamination caused by mercury and diesel spills, the activity has become a funding source for organized crime, fueling extortion, arms trafficking, and even drug logistics. Officials noted that large-scale fuel use has become a “strategic tracer,” allowing authorities to track, intercept, and dismantle illicit supply lines connected to criminal syndicates.
The Gualaquiza intervention forms part of a broader nationwide crackdown that has intensified in 2025. In recent days, operations in Azuay province destroyed 12 hectares of illegal mining infrastructure and multiple mine shafts tied to armed groups. These actions mark a sustained government effort to restore state authority in territories compromised by illegal economies and to dismantle the financial systems supporting them.
Authorities emphasized strict adherence to safety and environmental protection protocols throughout the intervention. The Armed Forces confirmed that detained individuals are being prosecuted, while forensic and environmental experts collect evidence to pursue additional criminal charges.
The government has vowed to maintain operational pressure and surveillance in the Amazon until illegal mining structures are fully dismantled. Officials stress that the fight against illicit mineral extraction will continue to combine intelligence, air support, fuel traceability, and interagency coordination, with the ultimate goal of safeguarding Ecuador’s natural reserves and communities from irreversible damage.
Operativo en Gualaquiza: destruyen 11 campamentos mineros ilegales, neutralizan 30.000 galones de diésel y detienen a tres personas
Un operativo militar de alto impacto ejecutado por el Bloque de Seguridad del Ecuador desmanteló 11 campamentos de minería ilegal en los sectores El Tink y Nayap, del cantón Gualaquiza, provincia de Morona Santiago. Como resultado, tres personas fueron detenidas y se neutralizaron 30.000 galones de diésel destinados a la extracción ilícita de minerales. El Ejército informó además la inmovilización de 26 excavadoras y el decomiso de herramientas, mangueras, generadores y suministros utilizados para mantener esta actividad criminal en la Amazonía.
Según las Fuerzas Armadas, el despliegue terrestre y aéreo tuvo como objetivo cortar las cadenas logísticas que abastecen a las estructuras mineras ilegales y recuperar el control territorial en zonas de difícil acceso. Los patrullajes continuarán para impedir que los campamentos sean reactivados, una práctica común dada la rentabilidad del oro extraído de manera clandestina.
La minería ilegal en la Amazonía ecuatoriana representa uno de los mayores riesgos ambientales y de seguridad del país. Además de la deforestación y la contaminación de los ríos por mercurio y combustible, esta actividad financia redes delictivas que promueven la extorsión, el tráfico de armas y el narcotráfico. Las autoridades indicaron que el consumo masivo de diésel sirve como “rastreador estratégico” para ubicar y desmantelar los flujos logísticos que sustentan estas operaciones.
El operativo en Gualaquiza se suma a acciones similares realizadas en Azuay, donde se destruyeron 12 hectáreas de infraestructura minera y varios túneles vinculados a estructuras criminales. Estas intervenciones son parte de una ofensiva nacional para restablecer la presencia estatal en territorios afectados por economías ilegales y para debilitar los circuitos financieros que las sustentan.
Durante la operación se cumplieron los protocolos de seguridad y protección ambiental. Los detenidos fueron puestos a órdenes de la Fiscalía, mientras equipos técnicos levantan evidencias para los procesos judiciales correspondientes.
El Gobierno ratificó su compromiso de mantener la presión operativa hasta eliminar totalmente las redes mineras ilegales. Las acciones conjuntas continuarán mediante inteligencia, control de combustibles, vigilancia aérea y coordinación interinstitucional, buscando preservar los ecosistemas amazónicos y proteger a las comunidades locales de los efectos devastadores de la minería ilícita.
Repressão em Gualaquiza: 11 acampamentos de mineração ilegal destruídos, 30.000 galões de diesel neutralizados e três presos
Operações militares de alto impacto conduzidas pelo Bloco de Segurança do Equador resultaram na destruição de 11 acampamentos de mineração ilegal nos setores de El Tink e Nayap, no cantão de Gualaquiza, província de Morona Santiago. Três pessoas foram presas e cerca de 30.000 galões de diesel, destinados à extração ilícita de ouro, foram neutralizados. O Exército equatoriano também apreendeu 26 escavadeiras e grande quantidade de ferramentas, mangueiras, geradores e outros materiais usados nas operações criminosas.
De acordo com as Forças Armadas, a ação terrestre e aérea teve como objetivo interromper cadeias logísticas que sustentam a mineração ilegal e recuperar o controle territorial em áreas críticas da Amazônia. As patrulhas militares permanecem ativas para evitar a reativação dos acampamentos, que frequentemente ressurgem devido ao alto lucro obtido com o comércio clandestino de ouro.
A mineração ilegal é considerada uma das maiores ameaças ambientais e de segurança do Equador. Além da devastação florestal e da contaminação dos rios por mercúrio e combustíveis, essa atividade financia redes criminosas envolvidas em extorsão, tráfico de armas e drogas. As autoridades destacaram que o uso massivo de diesel serve como “marcador estratégico” para rastrear e desmantelar cadeias de abastecimento ilícitas ligadas a organizações criminosas.
A intervenção em Gualaquiza faz parte de uma ofensiva nacional que também alcançou a província de Azuay, onde foram destruídas 12 hectares de infraestrutura ilegal e diversos túneis de mineração controlados por grupos armados. Tais ações fazem parte de uma estratégia de Estado para restabelecer o controle em territórios dominados por economias ilícitas e enfraquecer as estruturas financeiras que as sustentam.
As operações seguiram protocolos rigorosos de segurança e proteção ambiental. Os detidos foram encaminhados ao Ministério Público, enquanto equipes técnicas recolhem provas para investigações adicionais.
O governo equatoriano reafirmou que manterá a pressão militar e policial até que todas as redes de mineração ilegal sejam desmanteladas. A luta contra essa atividade seguirá integrada por meio de inteligência, rastreamento de combustíveis, vigilância aérea e coordenação entre instituições, com o objetivo de proteger as florestas amazônicas e as comunidades locais dos danos irreversíveis causados pela exploração ilegal.