EL VOTO SILENCIOSO: ECUADOR BLINDA SU DEMOCRACIA AL PROHIBIR FOTOGRAFÍAS EN LAS URNAS PARA 2025
QUITO, ECUADOR – El Consejo Nacional Electoral (CNE) ha confirmado una medida clave para el Referéndum y Consulta Popular de 2025: queda estrictamente prohibido fotografiar el voto. La disposición busca garantizar el secreto del sufragio y prevenir prácticas de coerción o manipulación detectadas en procesos anteriores.
La presidenta del CNE, Diana Atamaint, explicó que la decisión surge de un informe de inteligencia policial que documentó casos durante las elecciones de abril de 2025, cuando algunos ciudadanos fueron presionados para tomar fotografías de su papeleta como prueba de apoyo político. La norma no prohíbe el ingreso de teléfonos a los recintos electorales, pero sí el uso del dispositivo dentro de la cabina.
El incumplimiento será considerado una infracción electoral “muy grave”, sancionada con multas de entre 9.870 y 32.900 dólares, equivalentes a entre 21 y 70 salarios básicos unificados. Aunque la Corte Constitucional recomendó proporcionalidad en las sanciones, ratificó su legalidad al reconocer que tales conductas atentan directamente contra la libertad y transparencia del voto.
Para aplicar la medida, el CNE estableció un protocolo claro. El segundo vocal de cada Junta Receptora del Voto informará al ciudadano que no está permitido usar el teléfono ni tomar fotografías dentro de la cabina. No se exigirá entregar el dispositivo, pero sí evitar su uso durante el acto de votar.
Si ocurre una infracción, el secretario de la junta registrará los datos del votante y levantará un acta. Una copia se entregará al ciudadano y otra al coordinador, quien la remitirá a la Delegación Electoral Provincial. Luego de obtener el certificado de votación, el elector podrá usar su celular libremente dentro del recinto.
La Corte Constitucional, mediante resolución del 3 de abril de 2025, declaró la constitucionalidad de la medida, destacando su importancia para proteger el derecho al voto secreto. Las autoridades aclaran que la restricción solo aplica durante el momento de sufragar.
De cara a las próximas votaciones, esta regulación simboliza el compromiso del país con una democracia auténtica. Prohibir las fotografías en las urnas refuerza el principio de que cada voto debe ser un acto libre, íntimo y soberano.
THE SILENT VOTE: ECUADOR SHIELDS ITS DEMOCRACY BY BARRING PHOTOS IN POLLING BOOTHS FOR 2025
QUITO, ECUADOR – Ecuador’s National Electoral Council (CNE) has confirmed a decisive rule for the 2025 Referendum and Popular Consultation: photographing one’s vote will be strictly prohibited. The measure, designed to guarantee the secrecy of suffrage, responds to previous incidents of coercion and manipulation that threatened the integrity of the country’s democratic system.
CNE President Diana Atamaint explained that this decision stems from a police intelligence report documenting cases during the April 2025 elections, when some citizens were forced to photograph their ballots as proof of political loyalty. The new rule does not forbid cell phones in polling stations but bans taking pictures inside the booth to ensure a free and secret vote.
Non-compliance will be considered a “very serious” electoral offense. Offenders face fines between $9,870 and $32,900—equivalent to 21 to 70 unified basic salaries. Although the Constitutional Court has advised proportionality, it upheld the sanction’s legitimacy, affirming that such actions gravely undermine the principles of democratic freedom and transparency.
To enforce this rule, the CNE has set clear procedures. The second member of each polling station will inform voters: “It is not permitted to take photos or use your phone inside the voting booth.” Citizens will not have to hand over their devices, but they must refrain from using them while marking their ballots.
If a violation occurs, the polling secretary will record the voter’s name and details in a formal notice. A copy will be provided to the voter and another to the coordinator, who will send it to the Provincial Electoral Delegation for disciplinary action. Once a citizen finishes voting and receives the certificate, they may freely use their mobile phone within the polling area.
The Constitutional Court, in a ruling issued on April 3, 2025, declared the CNE’s resolution constitutional, highlighting its role in protecting the right to a secret vote. Authorities emphasize that the restriction applies only to the act of voting and not to the general presence of mobile phones.
As Ecuador prepares for its next nationwide ballot, the regulation stands as a symbolic and practical safeguard. By banning photographs inside voting booths, the nation reaffirms that every ballot is a private and inviolable act of conscience—an essential pillar of a transparent and authentic democracy.
O VOTO SILENCIOSO: EQUADOR PROTEGE SUA DEMOCRACIA AO PROIBIR FOTOS NAS CABINES DE VOTAÇÃO EM 2025
QUITO, EQUADOR – O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) confirmou uma medida essencial para o Referendo e Consulta Popular de 2025: está estritamente proibido fotografar o voto. A decisão visa garantir o segredo do sufrágio e proteger os eleitores contra práticas de coerção e manipulação observadas em pleitos anteriores.
A presidente do CNE, Diana Atamaint, explicou que a medida foi motivada por um relatório de inteligência policial que documentou casos ocorridos nas eleições de abril de 2025, quando alguns cidadãos foram obrigados a tirar fotos de suas cédulas para provar apoio político. A norma não proíbe a entrada de celulares nas seções eleitorais, mas veta o uso do aparelho dentro da cabine.
O descumprimento será considerado uma infração eleitoral “muito grave”, punível com multas entre 9.870 e 32.900 dólares, equivalentes a 21 a 70 salários básicos unificados. Embora a Corte Constitucional tenha recomendado proporcionalidade nas penalidades, confirmou a legalidade da sanção, reconhecendo que a prática compromete gravemente o voto livre e secreto.
Para garantir o cumprimento, o CNE estabeleceu um protocolo. O segundo membro de cada mesa eleitoral informará os eleitores que é proibido usar o celular ou tirar fotos dentro da cabine. Não será necessário entregar o aparelho, mas o eleitor deverá evitar usá-lo ao votar.
Caso a regra seja violada, o secretário da mesa registrará os dados do infrator e elaborará um relatório. Uma cópia será entregue ao cidadão e outra encaminhada ao coordenador, que enviará o documento à Delegação Eleitoral Provincial. Após o término da votação e a emissão do certificado, o uso do celular será novamente permitido.
A Corte Constitucional, em decisão de 3 de abril de 2025, declarou a medida constitucional, destacando que ela protege o direito ao voto secreto e fortalece a integridade do processo democrático.
Com esta regra, o Equador reafirma seu compromisso com eleições livres e transparentes. A proibição de fotos nas cabines simboliza que cada voto é um ato individual, consciente e inviolável — a base de uma verdadeira democracia.