CNE recuerda a los votantes: está prohibido tomar fotos de las papeletas en el Referéndum y Consulta Popular 2025
El Consejo Nacional Electoral (CNE) de Ecuador recordó este jueves que los votantes podrán ingresar con sus teléfonos móviles a los recintos electorales, pero no podrán utilizarlos dentro de las urnas ni tomar fotografías de las papeletas. La medida busca garantizar el secreto del voto y evitar prácticas de coerción o compra de sufragios durante el proceso del 16 de noviembre.
De acuerdo con el Código de la Democracia, registrar imágenes o videos del voto constituye una infracción electoral grave. La disposición se aplica a cualquier tipo de dispositivo electrónico, incluidos teléfonos, cámaras o relojes inteligentes, y será controlada en todos los recintos del país.
El CNE precisó que no se trata de confiscar los teléfonos, sino de restringir su uso dentro del espacio donde se marca la papeleta. Una vez que el ciudadano haya votado y abandonado la mesa, podrá utilizar su dispositivo con normalidad, siempre que no interfiera en el desarrollo del proceso.
El incumplimiento será sancionado con multas y medidas administrativas que serán determinadas por las autoridades competentes. Los miembros de las Juntas Receptoras del Voto (JRV) tienen la facultad de registrar incidentes y remitirlos a las Delegaciones Provinciales Electorales para su evaluación y posible sanción.
El organismo electoral enfatizó que esta norma no busca limitar la transparencia, sino proteger la libertad y el secreto del sufragio, pilares esenciales de la democracia. En procesos anteriores, se detectaron intentos de obligar a los votantes a fotografiar su elección para probar su voto, lo que llevó a reforzar la regulación actual.
La seguridad estará a cargo de la Policía Nacional y las Fuerzas Armadas, que apoyarán la aplicación de las normas sin interferir en la fluidez del sufragio. El CNE hizo un llamado a la ciudadanía a cumplir con su deber cívico con responsabilidad y respeto a la ley.
En vísperas del Referéndum y la Consulta Popular de 2025, el mensaje es firme: el voto es libre, secreto y personal. Protegerlo es proteger la democracia misma, y cada ciudadano tiene la responsabilidad de hacerlo respetando las normas del proceso electoral.
CNE reminds voters: photos of ballots are prohibited in the 2025 Referendum and Popular Consultation
Ecuador’s National Electoral Council (CNE) has reiterated that while voters may carry their mobile phones into polling centers, the use of any electronic device inside the voting booth is strictly prohibited. The restriction, reaffirmed ahead of the November 16 Popular Consultation and Referendum, is aimed at preserving the secrecy and integrity of the vote—a fundamental principle of Ecuador’s democracy.
According to the Code of Democracy, taking photographs or videos of one’s ballot constitutes a serious electoral offense. The measure targets the prevention of coercion, vote-buying, or any external pressure that may compromise a citizen’s freedom of choice. CNE officials underscored that the rule will be enforced nationwide across all polling stations.
The CNE clarified that voters are not required to surrender their phones. However, they must refrain from using them from the moment they enter the booth until the completion of the voting process. Once they leave the designated area and have deposited their ballot, phone use is permitted as long as it does not interfere with the electoral operation.
Failure to comply with this restriction can lead to fines and other administrative sanctions as determined by the electoral authorities. Poll workers have been authorized to document incidents and refer them to the respective Provincial Electoral Delegations, which will review each case and impose penalties based on established legal guidelines.
The electoral body emphasized that this rule is not designed to limit transparency but rather to protect the secrecy of the ballot, a key democratic safeguard. The CNE noted that in previous elections, there were instances of individuals being pressured to demonstrate their vote through photos, leading to this stronger enforcement policy.
Security forces, in coordination with electoral authorities, will oversee compliance inside polling centers to ensure the smooth flow of the process. They will act preventively, without obstructing the public’s participation. Officials reminded citizens that respecting the privacy of the vote helps guarantee fair and independent elections.
With Ecuador entering its final days of preparation for the 2025 Referendum and Popular Consultation, the CNE’s message is clear: democracy relies on secrecy, freedom, and respect for the rules. Voters are urged to exercise their civic duty responsibly—without cameras, without interference, and with full confidence that their decision will remain confidential.
CNE lembra os eleitores: é proibido tirar fotos das cédulas no Referendo e Consulta Popular de 2025
O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) do Equador reafirmou que os eleitores podem levar seus celulares aos locais de votação, mas é estritamente proibido utilizá-los dentro da cabine ou tirar fotos das cédulas. A regra, reforçada antes do Referendo e da Consulta Popular de 16 de novembro, tem como objetivo preservar o sigilo do voto e evitar práticas de coerção e compra de votos.
De acordo com o Código da Democracia, fotografar ou filmar o próprio voto constitui uma infração eleitoral grave. A proibição se aplica a qualquer dispositivo eletrônico e será fiscalizada em todas as seções eleitorais do país. Segundo o CNE, a medida é essencial para proteger a liberdade de escolha e evitar pressões externas sobre os eleitores.
A autoridade eleitoral esclareceu que os celulares não serão confiscados. No entanto, o uso é proibido desde o momento em que o eleitor entra na cabine até o depósito do voto na urna. Após sair da área de votação, será permitido utilizar o celular, desde que isso não interfira na operação eleitoral.
O descumprimento dessa norma pode resultar em multas e sanções administrativas, determinadas conforme os regulamentos em vigor. Os mesários estão autorizados a registrar qualquer incidente e enviá-lo às Delegações Eleitorais Provinciais para análise e aplicação das penalidades cabíveis.
O CNE destacou que a proibição não tem como objetivo limitar a transparência, mas sim proteger o sigilo e a liberdade do voto. A decisão vem após denúncias em eleições anteriores sobre tentativas de obrigar eleitores a provar seu voto por meio de fotos, prática que ameaça a integridade democrática.
As forças de segurança apoiarão o cumprimento das normas dentro dos locais de votação, garantindo a ordem sem prejudicar o andamento do pleito. O órgão eleitoral pediu aos cidadãos que exerçam seu dever cívico com consciência e respeito, lembrando que o voto secreto é um direito e uma responsabilidade.
Com a proximidade do Referendo e da Consulta Popular de 2025, o recado é claro: democracia se constrói com respeito e confidencialidade. Cada voto é uma expressão livre de vontade, e proteger esse direito é essencial para o futuro democrático do Equador.