Luisa González Criticizes President Noboa for Suggesting AI Could Draft Ecuador’s Constitution
Former presidential candidate Luisa González openly criticized President Daniel Noboa after he suggested that artificial intelligence tools like ChatGPT could be used “even to design a constitution.” González argued that the statement reflects a lack of clarity about which articles need reform and how to responsibly lead a constituent process. She stressed that proposing a new Magna Carta without specifying its content or scope—while hinting at AI-driven drafting—signals improvisation rather than a structured, institutional approach to constitutional reform.
The controversy emerged following Noboa’s public remarks at an event in Cuenca, where he praised AI as an “unlimited” tool used by his team to draft speeches, suggesting that such technology could also assist in drafting foundational legal texts. The comments were independently verified and quickly ignited public debate, particularly as Ecuador prepares for the November 16 referendum that could create a Constituent Assembly tasked with designing a new Constitution if voters approve.
González, aligned with correísmo and a defender of the 2008 Constitution, emphasized that the Executive must outline the objectives, scope, and roadmap of any structural reform before resorting to extraordinary mechanisms like a Constituent Assembly. She warned that outsourcing or automating elements of the constitutional process risks undermining legitimacy and citizen participation—two pillars of a foundational charter.
Analysts and civic organizations have urged the government to clarify its constitutional agenda, noting that officials have not specified which problems or chapters they intend to address amid pressing demands for security, employment, and institutional stability. Critics argue that technological tools cannot replace political agreements, social deliberation, or the expertise of jurists, lawmakers, and civil society representatives.
Noboa’s team has promoted the idea of a “simple but efficient” Constitution while defending the use of AI for administrative and communication tasks. Linking AI’s potential to constitutional design has intensified opposition criticism and online debate.
As the November 16 vote approaches, the discussion centers on two competing approaches: a government-led modernization leveraging emerging technologies, and an opposition-backed defense of the current text with targeted amendments and traditional deliberation. The referendum will ultimately decide whether a Constituent Assembly proceeds and under what political and technical parameters a new Magna Carta could be drafted.
Luisa González Critica a Noboa por Sugerir que la Constitución podría ser Redactada con IA
La ex candidata presidencial Luisa González criticó públicamente al presidente Daniel Noboa tras su comentario de que herramientas de inteligencia artificial como ChatGPT podrían ser utilizadas “incluso para diseñar una constitución.” González afirmó que la declaración refleja falta de claridad sobre qué artículos reformar y cómo liderar responsablemente un proceso constituyente. Señaló que proponer una nueva Carta Magna sin detallar su contenido o alcance, mientras se sugiere la redacción asistida por IA, evidencia improvisación y no un enfoque institucional sólido.
La controversia surgió tras las declaraciones de Noboa en un evento en Cuenca, donde elogió la IA como una herramienta “ilimitada” utilizada por su equipo para redactar discursos, indicando que podría asistir en textos legales fundamentales. La afirmación fue verificada de forma independiente y generó debate público, especialmente ante el referéndum del 16 de noviembre que podría crear una Asamblea Constituyente para redactar una nueva Constitución si los votantes aprueban.
González, vinculada al correísmo y defensora de la Constitución de 2008, insistió en que el Ejecutivo debe definir objetivos, alcance y hoja de ruta de cualquier reforma antes de recurrir a mecanismos extraordinarios. Advertió que externalizar o automatizar partes del proceso constitucional puede afectar la legitimidad y la participación ciudadana.
Analistas y organizaciones civiles han pedido al Gobierno clarificar su agenda constitucional, recordando que no se ha indicado qué problemas o capítulos se buscaría reformar, en medio de demandas de seguridad, empleo y estabilidad institucional. Críticos señalan que la tecnología no puede reemplazar acuerdos políticos, deliberación social ni el trabajo especializado de juristas, legisladores y sociedad civil.
Mientras se acerca la votación, el debate se centra en dos caminos: la modernización con apoyo tecnológico propuesta por el Gobierno y la defensa del texto actual con reformas puntuales promovida por la oposición. El referéndum definirá si la Asamblea Constituyente avanza y bajo qué parámetros se redactaría una nueva Carta Magna.
Luisa González Critica Noboa por Sugerir que IA Poderia Redigir a Constituição do Equador
A ex-candidata presidencial Luisa González criticou o presidente Daniel Noboa após ele sugerir que ferramentas de inteligência artificial, como o ChatGPT, poderiam ser usadas “até para projetar uma constituição.” González afirmou que a declaração mostra falta de clareza sobre quais artigos devem ser reformados e como conduzir de forma responsável um processo constituinte. Ela destacou que propor uma nova Carta Magna sem especificar conteúdo ou alcance, enquanto sugere redação assistida por IA, indica improvisação em vez de um processo institucional estruturado.
A polêmica surgiu após declarações de Noboa em Cuenca, onde elogiou a IA como uma ferramenta “ilimitada” usada por sua equipe para redigir discursos, sugerindo que poderia também auxiliar na redação de textos legais fundamentais. O comentário foi verificado de forma independente e rapidamente gerou debate público, principalmente antes do referendo de 16 de novembro, que pode criar uma Assembleia Constituinte responsável por redigir uma nova Constituição se os eleitores aprovarem.
González, alinhada ao correísmo e defensora da Constituição de 2008, enfatizou que o Executivo deve detalhar objetivos, escopo e plano de qualquer reforma estrutural antes de recorrer a mecanismos extraordinários como a Assembleia Constituinte. Ela alertou que externalizar ou automatizar partes do processo pode comprometer a legitimidade e a participação cidadã.
Analistas e organizações civis pedem que o governo esclareça sua agenda constitucional, observando que não foram indicados os problemas ou capítulos a serem abordados, em meio a demandas por segurança, emprego e estabilidade institucional. Críticos afirmam que a tecnologia não substitui acordos políticos, deliberação social ou o trabalho especializado de juristas, legisladores e sociedade civil.
Com a aproximação da votação de 16 de novembro, o debate concentra-se em dois caminhos: modernização liderada pelo governo com tecnologia emergente e defesa do texto atual com emendas pontuais pela oposição. O referendo decidirá se a Assembleia Constituinte avança e sob quais parâmetros políticos e técnicos uma nova Carta Magna seria redigida.