DANIEL NOBOA THANKS POLICE AND ARMED FORCES FOR “DEFENDING ECUADOR’S SOVEREIGNTY”; SAYS “BEING TOUGH WASN’T A CHOICE, IT WAS AN OBLIGATION”
On October 24, 2025, President Daniel Noboa visited Esmeraldas to express gratitude to the Armed Forces and National Police for their role in restoring order following more than a month of protests organized by the Indigenous Confederation (Conaie). Addressing soldiers and officers, Noboa emphasized discipline and resolve, declaring:
“Being tough wasn’t a choice, it was an obligation — the country’s stability was at stake.”
Restoring calm after protests
Esmeraldas was one of the hardest-hit provinces, facing road blockades and disruptions to maritime trade. Noboa stated his government acted “firmly but respectfully”, asserting that the security response saved lives and restored freedom of movement for millions, despite three confirmed deaths and dozens injured during the unrest.
“There was no repression — there was defense. We protected the country and its people from losing peace and prosperity. That is what sovereignty means,” he added.
Noboa also thanked military units in Imbabura and other Andean provinces for clearing blocked roads, underscoring that Ecuador cannot be paralyzed by political blackmail or those who thrive on chaos.
Aftermath of the national strike
The Conaie strike ended on October 22 after more than 30 days of demonstrations against the diesel subsidy removal and mining projects in the Andean region. Noboa claimed his administration prevented a deeper crisis and intends to resume economic projects halted during the protests.
“We did not lose control — we stood firm. What we faced was not a protest but a political challenge, and the only response was to act with resolve,” he told reporters.
The government plans to reactivate the Esmeraldas Safe Plan, investing in ports, roads, and security, aiming to restore economic stability and project leadership after a month marked by tension.
Message of strength and unity
In his televised address, Noboa balanced gratitude with a warning:
“I am willing to dialogue, but not to yield to those who see division as a strategy.”
Political analysts note the speech reaffirmed Noboa’s strongman image and projected a nationalist tone similar to his anti-gang campaign earlier in 2025. Municipal and naval officials attended the event, as Noboa pledged to continue operations against both criminal networks and political agitators.
“This government will not bow to violence. There will be no impunity for those who attack Ecuador from its roads or finance terror behind the mask of protest,” he said.
Call for national reconciliation
The Conaie criticized Noboa’s comments as “divisive and counterproductive”, though it confirmed participation in community assemblies ahead of the November 16 constitutional referendum.
The president concluded his visit with an aerial military review and announced the next phase of the “Rebuild Together” initiative, focused on recovery efforts after the strike.
DANIEL NOBOA AGRADECE A POLICÍA Y FUERZAS ARMADAS POR “DEFENDER LA SOBERANÍA DEL PAÍS”; DICE “SER FIRME NO FUE UNA ELECCIÓN, FUE UNA OBLIGACIÓN”
El 24 de octubre de 2025, el presidente Daniel Noboa visitó Esmeraldas para agradecer a las Fuerzas Armadas y la Policía Nacional por su papel en restaurar el orden tras más de un mes de protestas organizadas por la Confederación de Nacionalidades Indígenas del Ecuador (Conaie). Dirigiéndose a soldados y oficiales, Noboa destacó disciplina y firmeza:
“Ser firme no fue una elección, fue una obligación — estaba en juego la estabilidad del país.”
Restaurando la calma después de las protestas
Esmeraldas fue una de las provincias más afectadas, con bloqueos de vías y alteraciones en el comercio marítimo. Noboa afirmó que su gobierno actuó “con firmeza pero con respeto”, asegurando que la intervención de seguridad salvó vidas y restauró la libre movilidad de millones, a pesar de tres fallecidos y decenas de heridos.
“No hubo represión — hubo defensa. Protegimos al país y a su gente de perder la paz y la prosperidad. Eso es lo que significa la soberanía,” añadió.
Noboa también agradeció a unidades militares en Imbabura y otras provincias andinas por despejar vías bloqueadas, subrayando que Ecuador no puede paralizarse por chantajes políticos ni por quienes dependen del caos.
Consecuencias de la huelga nacional
La huelga de la Conaie terminó el 22 de octubre tras más de 30 días de manifestaciones contra la eliminación del subsidio al diésel y proyectos mineros en los Andes. Noboa afirmó que su administración evitó una crisis mayor y planea reanudar proyectos económicos detenidos durante las protestas.
“No perdimos el control — mantuvimos firmeza. Lo que enfrentamos no fue una protesta sino un desafío político, y la única respuesta fue actuar con resolución,” dijo a los medios.
El gobierno planea reactivar el Plan Seguro Esmeraldas, con inversiones en puertos, carreteras y seguridad, buscando restaurar estabilidad económica y proyectar liderazgo tras un mes de tensiones.
Mensaje de fortaleza y unidad
En un discurso televisado, Noboa equilibró agradecimiento con advertencia:
“Estoy dispuesto al diálogo, pero no cederé ante quienes ven la división como estrategia.”
Analistas políticos señalan que el discurso refirma la imagen de líder firme de Noboa y proyecta un tono nacionalista similar a su campaña anti‑pandillas de 2025. Funcionarios municipales y navales participaron en el evento, mientras el presidente se comprometió a continuar operaciones contra redes criminales y agitadores políticos.
“Este gobierno no se doblegará ante la violencia. No habrá impunidad para quienes ataquen a Ecuador desde sus vías o financien el terror bajo la máscara de la protesta,” declaró.
Llamado a la reconciliación nacional
La Conaie criticó los comentarios de Noboa como “divisivos y contraproducentes”, aunque confirmó su participación en asambleas comunitarias previas al referéndum constitucional del 16 de noviembre.
El presidente cerró su visita con un desfile aéreo militar y anunció la siguiente fase de la iniciativa “Reconstruir Juntos”, centrada en los esfuerzos de recuperación tras la huelga.
DANIEL NOBOA AGRADECE À POLÍCIA E FORÇAS ARMADAS POR “DEFENDER A SOBERANIA DO PAÍS”; DIZ “SER FIRME NÃO FOI UMA ESCOLHA, FOI UMA OBRIGAÇÃO”
Em 24 de outubro de 2025, o presidente Daniel Noboa visitou Esmeraldas para agradecer às Forças Armadas e à Polícia Nacional pelo papel em restaurar a ordem após mais de um mês de protestos organizados pela Confederação de Nacionalidades Indígenas do Equador (Conaie). Dirigindo-se a soldados e oficiais, Noboa destacou disciplina e firmeza:
“Ser firme não foi uma escolha, foi uma obrigação — a estabilidade do país estava em jogo.”
Restaurando a calma após os protestos
Esmeraldas foi uma das províncias mais afetadas, com bloqueios de estradas e interrupções no comércio marítimo. Noboa afirmou que o governo agiu “com firmeza, mas com respeito”, garantindo que a intervenção de segurança salvou vidas e restaurou a liberdade de movimento de milhões, apesar de três mortos e dezenas de feridos.
“Não houve repressão — houve defesa. Protegemos o país e seu povo de perder paz e prosperidade. Isso é o que significa soberania,” acrescentou.
Noboa também agradeceu às unidades militares em Imbabura e outras províncias andinas por desbloquear estradas, enfatizando que o Equador não pode ser paralisado por chantagens políticas ou por quem depende do caos.
Consequências da greve nacional
A greve da Conaie terminou em 22 de outubro após mais de 30 dias de manifestações contra a eliminação do subsídio ao diesel e projetos de mineração nos Andes. Noboa afirmou que sua administração evitou uma crise maior e planeja retomar projetos econômicos interrompidos durante os protestos.
“Não perdemos o controle — permanecemos firmes. O que enfrentamos não foi um protesto, mas um desafio político, e a única resposta foi agir com determinação,” disse aos jornalistas.
O governo planeja reativar o Plano Seguro Esmeraldas, com investimentos em portos, estradas e segurança, visando restaurar estabilidade econômica e liderança após um mês de tensões.
Mensagem de força e unidade
Em discurso televisionado, Noboa combinou agradecimento com aviso:
“Estou disposto ao diálogo, mas não cederei àqueles que veem a divisão como estratégia.”
Analistas políticos afirmam que o discurso reforçou a imagem de liderança firme de Noboa e projetou um tom nacionalista semelhante à campanha anti‑gangues de 2025. Autoridades municipais e navais participaram do evento, enquanto o presidente prometeu continuar operações contra redes criminosas e agitadores políticos.
“Este governo não se curvará à violência. Não haverá impunidade para quem atacar o Equador pelas estradas ou financiar o terror sob a máscara de protesto,” declarou.
Apelo à reconciliação nacional
A Conaie criticou os comentários de Noboa como “divisivos e contraproducentes”, mas confirmou participação em assembléias comunitárias antes do referendo constitucional de 16 de novembro.
O presidente encerrou a visita com uma revisão aérea militar e anunciou a próxima fase da iniciativa “Reconstruir Juntos”, focada nos esforços de recuperação após a greve.