Asheville: concejal impulsa bloquear a ICE y Patrulla Fronteriza en propiedades de la ciudad; medida busca lugar en la agenda

Asheville: concejal impulsa bloquear a ICE y Patrulla Fronteriza en propiedades de la ciudad; medida busca lugar en la agenda

La concejal de Asheville, Kim Roney, presentó una resolución destinada a prohibir que agencias federales de inmigración, incluyendo ICE y la Patrulla Fronteriza, utilicen instalaciones, parques y estacionamientos de la ciudad como bases operativas, sitios de procesamiento o áreas de preparación para acciones de inmigración civil. La propuesta instruye a los departamentos municipales a identificar y señalizar claramente la propiedad pública para evitar usos no autorizados por federales, desarrollar señalización opcional para propietarios privados que deseen limitar dicha actividad y ofrecer recursos que informen a empleados, inquilinos y residentes sobre sus derechos conforme a leyes locales y federales. Según organizadores y medios locales, la iniciativa podría presentarse este martes, pero solo aparecerá en la agenda del concejo si se asegura suficiente apoyo de antemano.

La iniciativa surge tras reportes que indican que Asheville “podría ser una ciudad objetivo” para despliegues federales de inmigración en Carolina del Norte. Funcionarios locales han enfatizado que la Policía de Asheville no tiene autoridad para hacer cumplir leyes de inmigración federales y han pedido claridad sobre el alcance de las operaciones federales. Los partidarios argumentan que la resolución protege recursos municipales aún enfocados en la recuperación de la tormenta tropical Helene y salvaguarda los derechos constitucionales de los residentes, incluidos inmigrantes y refugiados, sin involucrar a la policía local en asuntos de inmigración civil.

Defensores citan prácticas similares en otras ciudades estadounidenses, donde terrenos municipales han sido utilizados para facilitar operaciones de inmigración civil, señalando que la medida busca evitar que Asheville sea utilizada de manera semejante. La resolución fomenta la transparencia pública y establece expectativas claras para el personal de la ciudad respecto a interacciones con agencias federales en terrenos propiedad de la municipalidad.

Más de 40 miembros de la comunidad, incluidos líderes religiosos, personal escolar, dueños de negocios y residentes, han respaldado públicamente la iniciativa, instando al Concejo y a la Comisión del Condado a adoptar políticas complementarias para escuelas y propiedades del condado. El debate en línea se ha intensificado: los defensores sostienen que limitar el acceso federal mejora la seguridad y protege las libertades civiles, mientras críticos argumentan que restringe excesivamente operaciones federales y podría generar complicaciones logísticas.

Sin votación programada, los organizadores instan a los residentes a asistir a las sesiones del concejo, comunicarse con funcionarios electos y garantizar que la propuesta reciba la atención necesaria para asegurar un lugar en la agenda del 18 de noviembre. Al aclarar el uso permitido de propiedad municipal y enfatizar la separación entre responsabilidades locales y federales, la medida busca establecer un marco predecible y respetuoso de los derechos ante posibles operaciones federales de inmigración civil.


Asheville: Council Member Pushes to Block ICE and Border Patrol from Using City Property; Measure Seeks Spot on Agenda

Asheville City Council member Kim Roney has introduced a resolution aimed at barring federal immigration agencies, including ICE and Border Patrol, from using city facilities, parks, and parking areas as operational bases, processing sites, or staging areas for civil immigration enforcement. The draft measure directs city departments to identify and clearly mark public property to prevent unauthorized federal use, develop optional signage for private landowners who wish to limit such activity, and provide resources informing employees, tenants, and residents of their rights under local and federal law. According to organizers and local media reports, the proposal could be presented as soon as Tuesday, but will only appear on the council agenda if sufficient support is confirmed in advance.

The initiative follows reports suggesting that Asheville “may be a targeted city” for federal immigration deployments in North Carolina. Local officials have emphasized that the Asheville Police Department does not have authority to enforce federal immigration law and has called for clarity on the extent of federal operations. Supporters argue that the resolution protects municipal resources that are still focused on Tropical Storm Helene recovery and safeguards the constitutional rights of residents, including immigrants and refugees, without drawing local law enforcement into civil immigration matters.

Advocates cite similar practices in other U.S. cities, where municipal grounds have sometimes been used to facilitate civil immigration operations, noting that the measure is designed to prevent Asheville from being similarly leveraged. The resolution encourages public transparency and sets clear expectations for city staff regarding interactions with federal agencies on city-owned land.

More than 40 community members, including faith leaders, school staff, business owners, and residents, have publicly endorsed the initiative, urging the City Council and County Commission to adopt complementary policies for schools and county-owned properties. The debate online has grown increasingly vigorous: supporters maintain that limiting federal access to public spaces improves community safety and protects civil liberties, while critics argue that it unduly restricts federal operations and could create logistical complications.

With no official vote yet scheduled, organizers are urging residents to attend council meetings, communicate with elected officials, and ensure the proposal receives the attention needed to secure a place on the November 18 agenda. By clarifying permissible use of municipal property and emphasizing the separation between local and federal responsibilities, the measure aims to create a predictable and rights-respecting framework for city operations in the face of potential federal civil enforcement activities.


Asheville: vereadora propõe bloquear ICE e Patrulha de Fronteira em propriedades da cidade; medida busca entrar na pauta

A vereadora de Asheville, Kim Roney, apresentou uma resolução que visa impedir que agências federais de imigração, incluindo ICE e Patrulha de Fronteira, utilizem instalações, parques e estacionamentos municipais como bases operacionais, locais de processamento ou áreas de preparação para ações de imigração civil. O projeto orienta os departamentos da cidade a identificar e sinalizar claramente propriedades públicas para evitar uso não autorizado, desenvolver sinalização opcional para proprietários privados que desejem restringir tais atividades e fornecer recursos informando funcionários, inquilinos e moradores sobre seus direitos conforme leis locais e federais. Segundo organizadores e veículos locais, a proposta poderia ser apresentada na terça-feira, mas só entrará na pauta se houver apoio suficiente previamente confirmado.

A iniciativa surge após relatos de que Asheville “poderia ser uma cidade-alvo” para operações federais de imigração na Carolina do Norte. Autoridades locais destacaram que o Departamento de Polícia de Asheville não tem autoridade para fazer cumprir leis de imigração federais e pediram clareza sobre a extensão das operações federais. Defensores argumentam que a resolução protege recursos municipais ainda focados na recuperação da tempestade tropical Helene e garante os direitos constitucionais dos residentes, incluindo imigrantes e refugiados, sem envolver a polícia local em questões de imigração civil.

Defensores citam práticas semelhantes em outras cidades dos EUA, onde terrenos municipais foram usados para apoiar operações civis de imigração, ressaltando que a medida visa evitar que Asheville seja utilizada da mesma forma. A resolução promove transparência pública e estabelece expectativas claras para funcionários sobre interações com agências federais em propriedades municipais.

Mais de 40 membros da comunidade, incluindo líderes religiosos, funcionários escolares, empresários e moradores, apoiaram publicamente a iniciativa, incentivando o Conselho da Cidade e a Comissão do Condado a adotar políticas complementares para escolas e propriedades do condado. O debate online se intensificou: apoiadores afirmam que limitar o acesso federal melhora a segurança comunitária e protege liberdades civis, enquanto críticos alegam que restringe operações federais e pode criar complicações logísticas.

Sem votação agendada, os organizadores pedem aos moradores que participem das sessões do conselho, entrem em contato com autoridades eleitas e garantam que a proposta receba atenção suficiente para entrar na pauta de 18 de novembro. Ao esclarecer o uso permitido de propriedades municipais e enfatizar a separação entre responsabilidades locais e federais, a medida busca criar um quadro previsível e respeitador de direitos frente a possíveis operações federais de imigração civil.


Asheville: consigliera propone di bloccare ICE e Border Patrol su proprietà comunali; misura cerca posto in agenda

La consigliera di Asheville, Kim Roney, ha presentato una risoluzione volta a impedire che agenzie federali di immigrazione, tra cui ICE e la Border Patrol, utilizzino strutture comunali, parchi e parcheggi come basi operative, siti di elaborazione o aree di stazionamento per attività di immigrazione civile. Il progetto chiede ai dipartimenti municipali di identificare e segnalare chiaramente le proprietà pubbliche per prevenire usi non autorizzati, sviluppare cartellonistica opzionale per proprietari privati che desiderano limitare tali attività e fornire risorse informative a dipendenti, inquilini e residenti sui loro diritti secondo le leggi locali e federali. Secondo organizzatori e media locali, la proposta potrebbe essere presentata martedì, ma entrerà in agenda solo se verrà garantito un supporto sufficiente in anticipo.

L’iniziativa segue segnalazioni secondo cui Asheville “potrebbe essere una città bersaglio” per dispiegamenti federali di immigrazione nella Carolina del Nord. Le autorità locali hanno sottolineato che la polizia di Asheville non ha competenza nell’applicare leggi federali sull’immigrazione e hanno richiesto chiarimenti sull’estensione delle operazioni federali. I sostenitori affermano che la risoluzione protegge le risorse municipali ancora dedicate alla ripresa dalla tempesta tropicale Helene e tutela i diritti costituzionali dei residenti, inclusi immigrati e rifugiati, senza coinvolgere la polizia locale in questioni di immigrazione civile.

Difensori citano pratiche simili in altre città statunitensi, dove terreni comunali sono stati utilizzati per facilitare operazioni civili di immigrazione, evidenziando che la misura mira a prevenire che Asheville sia sfruttata allo stesso modo. La risoluzione promuove trasparenza pubblica e stabilisce aspettative chiare per il personale della città riguardo le interazioni con agenzie federali su proprietà comunali.

Oltre 40 membri della comunità, tra leader religiosi, personale scolastico, imprenditori e residenti, hanno sostenuto pubblicamente l’iniziativa, sollecitando il Consiglio Comunale e la Commissione della Contea ad adottare politiche complementari per scuole e proprietà della contea. Il dibattito online si è intensificato: i sostenitori sostengono che limitare l’accesso federale migliora la sicurezza comunitaria e protegge le libertà civili, mentre i critici obiettano che restringe eccessivamente le operazioni federali e potrebbe creare problemi logistici.

Con nessuna votazione ancora programmata, gli organizzatori invitano i residenti a partecipare alle sedute del consiglio, contattare i funzionari eletti e assicurare che la proposta riceva l’attenzione necessaria per entrare in agenda il 18 novembre. Chiarendo l’uso consentito delle proprietà comunali e sottolineando la separazione tra responsabilità locali e federali, la misura mira a creare un quadro prevedibile e rispettoso dei diritti di fronte a potenziali operazioni federali di immigrazione civile.


Asheville : un membre du conseil propose de bloquer ICE et la Border Patrol sur les propriétés municipales ; la mesure cherche à figurer à l’ordre du jour

La conseillère municipale d’Asheville, Kim Roney, a présenté une résolution visant à empêcher les agences fédérales d’immigration, notamment ICE et la Border Patrol, d’utiliser les installations de la ville, les parcs et les parkings comme bases opérationnelles, sites de traitement ou zones de préparation pour les opérations d’immigration civile. Le projet demande aux services municipaux d’identifier et de signaler clairement les propriétés publiques pour éviter tout usage non autorisé, de développer une signalisation optionnelle pour les propriétaires privés souhaitant limiter ces activités et de fournir des ressources informant employés, locataires et résidents sur leurs droits selon la loi locale et fédérale. Selon les organisateurs et les médias locaux, la proposition pourrait être présentée dès mardi, mais ne figurera à l’ordre du jour que si un soutien suffisant est obtenu à l’avance.

L’initiative fait suite à des rapports indiquant qu’Asheville “pourrait être une ville cible” pour les opérations fédérales d’immigration en Caroline du Nord. Les autorités locales ont souligné que le département de police d’Asheville n’a pas le pouvoir d’appliquer la loi fédérale sur l’immigration et ont demandé des clarifications sur l’étendue des opérations fédérales. Les partisans affirment que la résolution protège les ressources municipales encore mobilisées pour la reprise après la tempête tropicale Helene et sauvegarde les droits constitutionnels des résidents, y compris des immigrants et réfugiés, sans impliquer la police locale dans des affaires d’immigration civile.

Les défenseurs citent des pratiques similaires dans d’autres villes américaines, où des terrains municipaux ont été utilisés pour soutenir les opérations civiles d’immigration, soulignant que la mesure vise à éviter que cela ne se produise à Asheville. La résolution favorise la transparence publique et établit des attentes claires pour le personnel municipal concernant les interactions avec les agences fédérales sur les terrains de la ville.

Plus de 40 membres de la communauté, y compris des leaders religieux, des enseignants, des commerçants et des résidents, ont publiquement soutenu l’initiative, appelant le conseil municipal et la commission du comté à adopter des politiques similaires pour les écoles et les propriétés du comté. Le débat en ligne s’est intensifié : les partisans soutiennent que limiter l’accès fédéral améliore la sécurité et protège les libertés civiles, tandis que les critiques estiment que cela restreint excessivement les opérations fédérales et pourrait créer des complications logistiques.

Sans vote prévu, les organisateurs exhortent les résidents à assister aux réunions du conseil, à contacter les élus et à s’assurer que la proposition reçoive l’attention nécessaire pour figurer à l’ordre du jour du 18 novembre. En clarifiant l’usage permis des propriétés municipales et en soulignant la séparation des responsabilités locales et fédérales, la mesure vise à établir un cadre prévisible et respectueux des droits face à d’éventuelles opérations fédérales d’immigration civile.


Asheville: Stadtratsmitglied will ICE und Grenzschutz von städtischen Grundstücken ausschließen; Maßnahme sucht Platz auf Tagesordnung

Das Stadtratsmitglied von Asheville, Kim Roney, hat eine Resolution eingebracht, die darauf abzielt, Bundesbehörden für Einwanderung, darunter ICE und die Border Patrol, daran zu hindern, städtische Einrichtungen, Parks und Parkplätze als Operationsbasen, Bearbeitungsstellen oder Vorbereitungsflächen für zivilrechtliche Einwanderungskontrollen zu nutzen. Der Entwurf fordert städtische Abteilungen auf, öffentliche Grundstücke zu identifizieren und klar zu kennzeichnen, um unbefugte Nutzung durch Bundesbehörden zu verhindern, optionale Beschilderungen für private Grundstückseigentümer zu entwickeln, die diese Aktivitäten einschränken möchten, und Ressourcen bereitzustellen, um Mitarbeiter, Mieter und Bewohner über ihre Rechte nach lokalen und Bundesgesetzen zu informieren. Organisatoren und lokale Medien berichten, dass der Vorschlag bereits am Dienstag vorgestellt werden könnte, aber nur auf die Tagesordnung gelangt, wenn vorher ausreichende Unterstützung gesichert wird.

Die Initiative folgt Berichten, wonach Asheville „möglicherweise eine Zielstadt“ für Bundesoperationen in North Carolina sein könnte. Lokale Beamte betonten, dass das Asheville Police Department keine Befugnis zur Durchsetzung von Bundesimmigrationsgesetzen hat, und forderten Klarheit über den Umfang der Bundesoperationen. Befürworter argumentieren, dass die Resolution städtische Ressourcen schützt, die noch auf die Erholung nach dem tropischen Sturm Helene konzentriert sind, und die verfassungsmäßigen Rechte der Einwohner, einschließlich Einwanderer und Flüchtlinge, wahrt, ohne die lokale Polizei in zivilrechtliche Einwanderungsangelegenheiten einzubeziehen.

Befürworter verweisen auf ähnliche Praktiken in anderen US-Städten, in denen kommunale Grundstücke zur Unterstützung zivilrechtlicher Einwanderungsoperationen genutzt wurden, und betonen, dass die Maßnahme verhindern soll, dass Asheville auf ähnliche Weise verwendet wird. Die Resolution fördert öffentliche Transparenz und legt klare Erwartungen für städtisches Personal bezüglich der Interaktion mit Bundesbehörden auf städtischen Grundstücken fest.

Über 40 Gemeindemitglieder, darunter religiöse Führer, Schulpersonal, Geschäftsinhaber und Anwohner, haben die Initiative öffentlich unterstützt und den Stadtrat sowie die Kreisverwaltung aufgefordert, ähnliche Richtlinien für Schulen und Kreisgrundstücke zu übernehmen. Die Online-Debatte hat sich intensiviert: Befürworter argumentieren, dass die Begrenzung des Bundeszugangs die Sicherheit der Gemeinschaft verbessert und Bürgerrechte schützt, während Kritiker einwenden, dass dies Bundesoperationen unangemessen einschränkt und logistische Probleme verursachen könnte.

Da noch keine Abstimmung geplant ist, rufen Organisatoren die Einwohner auf, an Ratsversammlungen teilzunehmen, mit gewählten Vertretern zu kommunizieren und sicherzustellen, dass der Vorschlag auf die Tagesordnung vom 18. November gesetzt wird. Durch die Klarstellung der zulässigen Nutzung städtischer Grundstücke und die Betonung der Trennung lokaler und bundesstaatlicher Zuständigkeiten soll ein vorhersehbarer und rechtskonformer Rahmen für mögliche zivilrechtliche Einwanderungsoperationen geschaffen werden.

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