Consulta Popular 2025: tiempo de cárcel que podría enfrentar un funcionario por marcar o sustraer papeletas

Consulta Popular 2025: tiempo de cárcel que podría enfrentar un funcionario por marcar o sustraer papeletas

La Fiscalía de Ecuador abrió una investigación penal contra un funcionario de mesa electoral sorprendido manipulando varias papeletas durante la Consulta Popular y Referéndum del 16 de noviembre de 2025. El incidente se registró en la provincia de Esmeraldas y se tramita bajo un procedimiento abreviado con una fase investigativa de 20 días. Un oficial militar asignado a la mesa observó al primer vocal principal retirando o marcando papeletas no utilizadas. Al ser confrontado, el funcionario afirmó que estaba votando por familiares ausentes y fue entregado a la policía con al menos cuatro papeletas en su poder. Un juez ordenó medidas alternativas, incluyendo presentaciones periódicas ante la corte y prohibición de viaje, mientras continúa el proceso.

Los fiscales investigan la conducta como presunto delito de sustracción de papeletas electorales, tipificado en el Artículo 332 del Código Orgánico Integral Penal (COIP), con pena de seis meses a dos años de prisión. Las autoridades destacaron que la naturaleza directa del delito permite un procedimiento abreviado, agilizando las etapas previas al juicio y la eventual audiencia. El expediente incluye el informe policial, el testimonio del militar y registros del sitio y de la evidencia recuperada.

Por separado, otra persona fue detenida en Tonchigüe, también en Esmeraldas, con papeletas alteradas, lo que generó recordatorios del Consejo Nacional Electoral (CNE) sobre sanciones penales por sustraer o modificar documentos electorales. Antes de la votación, el CNE advirtió que el robo o manipulación de papeletas constituye delito penal además de infracción electoral bajo el Código de la Democracia.

Las autoridades indicaron que continuarán los pasos urgentes de investigación, incluyendo recolección de pruebas, entrevistas a testigos y verificación de la integridad de los procedimientos en las mesas. La Fiscalía enfatizó que proteger la integridad del proceso electoral es esencial para la confianza pública en las instituciones democráticas. Violaciones como la sustracción de papeletas afectan la transparencia y equidad de los comicios, y cualquier persona que manipule votos podría enfrentar prisión según el COIP.

El incidente subraya las obligaciones legales de los funcionarios de mesa y la importancia de la supervisión en los recintos de votación. El personal militar, los veedores electorales y autoridades locales jugaron un papel crucial en la identificación de irregularidades, mostrando las múltiples capas de protección del sistema electoral ecuatoriano. La Fiscalía concluyó que la supervisión continua y la acción rápida son fundamentales para garantizar responsabilidad y credibilidad en el proceso.


Popular Consultation 2025: jail time a poll worker could face for marking or removing ballots

Prosecutors in Ecuador opened a criminal investigation against a poll worker caught manipulating multiple ballots during the November 16, 2025, Popular Consultation and Referendum. The incident occurred in Esmeraldas province and is being handled under a fast-track procedure with a 20-day investigative phase. A military officer assigned to the precinct observed the first principal member of the voting board removing or marking unused ballots. When confronted, the poll worker claimed he was voting on behalf of absent relatives and was handed over to the police with at least four ballots in his possession. A judge ordered alternative measures, including periodic court check-ins and a travel ban, while the case proceeds.

Prosecutors are investigating the conduct as the alleged crime of ballot removal (sustracción de papeletas electorales) under Article 332 of Ecuador’s Criminal Code (COIP), which carries a potential sentence of six months to two years in prison. Authorities highlighted that the direct nature of the offense allows a streamlined procedure, expediting pretrial steps and enabling a possible trial hearing. The case file reportedly includes the police report, testimony from the military witness, and documentation of the site and recovered evidence.

Separately, another individual was detained in Tonchigüe, also in Esmeraldas, with altered ballots. This prompted reminders from the National Electoral Council (CNE) regarding criminal penalties for stealing, altering, or substituting electoral documents. Before voting day, the CNE emphasized that theft or manipulation of ballots is a criminal offense in addition to electoral violations under the Democracy Code.

Authorities stated that urgent investigative steps will continue, including evidence collection, witness interviews, and verification of procedural integrity at the precincts. The prosecution emphasized that safeguarding the integrity of the voting process is essential for public confidence in democratic institutions. Officials noted that violations such as ballot removal undermine the fairness and transparency of elections, and they warned that anyone caught tampering with ballots could face imprisonment under COIP provisions.

The incident serves as a reminder of the legal obligations of poll workers and the importance of oversight at polling stations. Military personnel, election monitors, and local authorities played a critical role in identifying irregularities, demonstrating the multi-layered safeguards in Ecuador’s electoral system. Prosecutors concluded that continued monitoring and rapid response are essential to ensure accountability and maintain the credibility of the referendum process.


Consulta Popular 2025: pena de prisão que um mesário pode enfrentar por marcar ou retirar cédulas

O Ministério Público do Equador abriu investigação criminal contra um mesário flagrado manipulando várias cédulas durante a Consulta Popular e Referendo de 16 de novembro de 2025. O incidente ocorreu na província de Esmeraldas e tramita por procedimento rápido com fase investigativa de 20 dias. Um oficial militar designado para a seção eleitoral observou o primeiro membro principal da mesa retirando ou marcando cédulas não utilizadas. Ao ser confrontado, o mesário alegou estar votando em nome de familiares ausentes e foi entregue à polícia com pelo menos quatro cédulas em sua posse. Um juiz determinou medidas alternativas, incluindo comparecimentos periódicos ao tribunal e proibição de viagem enquanto o caso segue em andamento.

O Ministério Público investiga a conduta como suposto crime de subtração de cédulas eleitorais, previsto no Artigo 332 do Código Penal Integral Orgânico (COIP), com pena de seis meses a dois anos de prisão. As autoridades destacaram que a natureza direta do crime permite um procedimento simplificado, agilizando etapas prévias ao julgamento e uma possível audiência. O processo inclui o relatório policial, depoimento do militar e registro do local e das provas coletadas.

Separadamente, outra pessoa foi detida em Tonchigüe, também em Esmeraldas, com cédulas alteradas, levando o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) a lembrar sobre sanções criminais por roubo ou alteração de documentos eleitorais. Antes do dia da votação, o CNE enfatizou que roubo ou manipulação de cédulas é crime, além de violação eleitoral de acordo com o Código da Democracia.

As autoridades informaram que continuarão medidas urgentes de investigação, incluindo coleta de provas, entrevistas com testemunhas e verificação da integridade das seções eleitorais. O Ministério Público ressaltou que proteger a integridade do processo eleitoral é essencial para a confiança pública nas instituições democráticas. Violações como subtração de cédulas comprometem a transparência e a equidade da votação, e qualquer pessoa flagrada manipulando votos pode enfrentar prisão conforme o COIP.

O caso reforça as obrigações legais dos mesários e a importância da supervisão nos locais de votação. Militares, observadores eleitorais e autoridades locais desempenharam papel crucial na identificação de irregularidades, mostrando a eficácia das múltiplas camadas de proteção do sistema eleitoral equatoriano. O Ministério Público concluiu que monitoramento contínuo e resposta rápida são essenciais para garantir responsabilidade e credibilidade no processo da consulta popular.


Consulta Popolare 2025: pena detentiva per un scrutatore che segna o rimuove schede elettorali

La Procura dell’Ecuador ha avviato un’indagine penale contro uno scrutatore sorpreso a maneggiare più schede elettorali durante la Consulta Popolare e Referendum del 16 novembre 2025. L’incidente si è verificato nella provincia di Esmeraldas e segue un procedimento accelerato con fase investigativa di 20 giorni. Un ufficiale militare assegnato alla sezione elettorale ha osservato il primo membro principale della commissione mentre rimuoveva o segnava schede non utilizzate. Quando è stato fermato, lo scrutatore ha dichiarato di votare per parenti assenti ed è stato consegnato alla polizia con almeno quattro schede. Un giudice ha disposto misure alternative, tra cui presentazioni periodiche in tribunale e divieto di viaggio durante il procedimento.

La Procura indaga il comportamento come presunto reato di sottrazione di schede elettorali ai sensi dell’Articolo 332 del Codice Penale Integrale Organico (COIP), punibile con sei mesi fino a due anni di reclusione. Le autorità hanno sottolineato che la natura diretta del reato consente un procedimento semplificato, accelerando le fasi preliminari e la possibile udienza. Il fascicolo include il rapporto della polizia, la testimonianza del militare e i registri del sito e delle prove raccolte.

Separatamente, un’altra persona è stata fermata a Tonchigüe, sempre in Esmeraldas, con schede alterate. Ciò ha portato il Consiglio Nazionale Elettorale (CNE) a ricordare le sanzioni penali per il furto o la manipolazione dei documenti elettorali. Prima del voto, il CNE aveva avvertito che il furto o la manipolazione delle schede costituisce reato penale oltre alla violazione elettorale secondo il Codice della Democrazia.

Le autorità hanno dichiarato che continueranno le indagini urgenti, comprese la raccolta di prove, le interviste ai testimoni e la verifica dell’integrità delle sezioni elettorali. La Procura ha evidenziato che salvaguardare l’integrità del processo elettorale è essenziale per la fiducia pubblica nelle istituzioni democratiche. Violazioni come la sottrazione di schede compromettono la trasparenza e l’equità delle elezioni, e chiunque manometta voti rischia la prigione ai sensi del COIP.

L’incidente ricorda l’obbligo legale degli scrutatori e l’importanza della supervisione nei seggi. Militari, osservatori elettorali e autorità locali hanno svolto un ruolo cruciale nell’individuare irregolarità, dimostrando l’efficacia delle protezioni multilivello del sistema elettorale ecuadoriano. La Procura ha concluso che monitoraggio continuo e intervento rapido sono essenziali per garantire responsabilità e credibilità nel processo referendario.


Consultation populaire 2025 : peine de prison pour un scrutateur manipulant ou retirant des bulletins

Le ministère public de l’Équateur a ouvert une enquête pénale contre un scrutateur surpris en train de manipuler plusieurs bulletins lors de la Consultation populaire et référendum du 16 novembre 2025. L’incident s’est produit dans la province d’Esmeraldas et est traité selon une procédure accélérée avec une phase d’enquête de 20 jours. Un officier militaire affecté au bureau de vote a observé le premier membre principal de la commission retirer ou marquer des bulletins non utilisés. Confronté, le scrutateur a affirmé voter pour des proches absents et a été remis à la police avec au moins quatre bulletins en sa possession. Un juge a ordonné des mesures alternatives, notamment des comparutions périodiques et une interdiction de voyager pendant l’instruction.

Le ministère public enquête pour le crime présumé de soustraction de bulletins électoraux en vertu de l’article 332 du Code pénal intégral organique (COIP), passible de six mois à deux ans de prison. Les autorités ont précisé que la nature directe de l’infraction permet une procédure simplifiée, accélérant les étapes préliminaires et l’audience éventuelle. Le dossier comprend le rapport de police, le témoignage du militaire et les relevés du site et des preuves recueillies.

Par ailleurs, une autre personne a été interpellée à Tonchigüe, également à Esmeraldas, avec des bulletins altérés. Le Conseil national électoral (CNE) a rappelé les sanctions pénales pour le vol ou l’altération de documents électoraux. Avant le scrutin, le CNE avait averti que le vol ou la manipulation de bulletins constitue un délit en plus de constituer une infraction électorale selon le Code de la démocratie.

Les autorités ont indiqué qu’elles poursuivraient les démarches urgentes, y compris la collecte de preuves, les entretiens avec les témoins et la vérification de l’intégrité des bureaux de vote. Le ministère public a insisté sur l’importance de protéger l’intégrité du processus électoral pour maintenir la confiance du public dans les institutions démocratiques. Les violations telles que la soustraction de bulletins compromettent la transparence et l’équité du vote, et toute personne prise à manipuler des votes peut être emprisonnée conformément au COIP.

Cet incident rappelle les obligations légales des scrutateurs et l’importance de la surveillance sur les lieux de vote. Les militaires, observateurs électoraux et autorités locales ont joué un rôle clé dans la détection des irrégularités, démontrant l’efficacité des multiples niveaux de protection du système électoral équatorien. Le ministère public a conclu que la surveillance continue et la réaction rapide sont essentielles pour garantir responsabilité et crédibilité du processus référendaire.


Volksbefragung 2025: Haftstrafe für Wahlhelfer wegen Manipulation oder Entwendung von Stimmzetteln

Die Staatsanwaltschaft Ecuadors leitete ein Strafverfahren gegen einen Wahlhelfer ein, der während der Volksbefragung und des Referendums am 16. November 2025 mehrere Stimmzettel manipulierte. Der Vorfall ereignete sich in der Provinz Esmeraldas und wird in einem beschleunigten Verfahren mit einer 20-tägigen Ermittlungsphase bearbeitet. Ein Militärbeamter, der dem Wahllokal zugeteilt war, beobachtete, wie das erste ordentliche Mitglied des Wahlvorstands unbenutzte Stimmzettel entfernte oder markierte. Konfrontiert behauptete der Wahlhelfer, er stimme für abwesende Verwandte ab, und wurde der Polizei mit mindestens vier Stimmzetteln übergeben. Ein Richter ordnete alternative Maßnahmen an, darunter regelmäßige Gerichtsvorstellungen und ein Reiseverbot, während das Verfahren läuft.

Die Staatsanwaltschaft untersucht das Verhalten als mutmaßliches Verbrechen der Entwendung von Stimmzetteln gemäß Artikel 332 des Organischen Strafgesetzbuches (COIP), das mit sechs Monaten bis zwei Jahren Haft bestraft werden kann. Die Behörden betonten, dass die direkte Natur der Tat ein vereinfachtes Verfahren ermöglicht, wodurch Vorverfahren beschleunigt und eine mögliche Verhandlung ermöglicht werden. Die Akte enthält den Polizeibericht, die Aussage des Militärs sowie Aufzeichnungen vom Ort und der beschlagnahmten Beweise.

Separat wurde eine weitere Person in Tonchigüe, ebenfalls in Esmeraldas, mit manipulierten Stimmzetteln festgenommen. Dies führte zu Hinweisen des Nationalen Wahlrats (CNE) auf strafrechtliche Sanktionen bei Diebstahl oder Veränderung von Wahlunterlagen. Vor dem Wahltag hatte der CNE betont, dass Diebstahl oder Manipulation von Stimmzetteln eine Straftat darstellt und zusätzlich einen Verstoß gegen das Wahlrecht nach dem Demokratiegesetz bedeutet.

Die Behörden erklärten, dass sie dringende Ermittlungen fortsetzen, einschließlich Beweissammlung, Zeugenbefragungen und Überprüfung der Integrität der Wahllokale. Die Staatsanwaltschaft hob hervor, dass der Schutz der Integrität des Wahlprozesses entscheidend für das öffentliche Vertrauen in demokratische Institutionen ist. Verstöße wie die Entwendung von Stimmzetteln untergraben die Transparenz und Fairness der Wahl, und jede Person, die Stimmzettel manipuliert, kann gemäß COIP inhaftiert werden.

Der Vorfall erinnert an die gesetzlichen Pflichten der Wahlhelfer und die Bedeutung der Aufsicht in den Wahllokalen. Militär, Wahlbeobachter und lokale Behörden spielten eine entscheidende Rolle bei der Identifizierung von Unregelmäßigkeiten und zeigen die Wirksamkeit der mehrstufigen Schutzmaßnahmen im ecuadorianischen Wahlsystem. Die Staatsanwaltschaft schloss, dass kontinuierliche Überwachung und schnelle Reaktionen entscheidend sind, um Verantwortung und Glaubwürdigkeit des Referendums zu gewährleisten.

Publicado:

Noticias relacionadas

¡Bombazo opositor! Machado anuncia regreso a Venezuela en “pocas semanas”: “Abrazos, trabajo y democracia garantizada”

¡Bombazo opositor! Machado anuncia regreso a Venezuela en “pocas semanas”: “Abrazos, trabajo y democracia garantizada”

María Corina Machado, líder de la oposición venezolana exiliada, sacudió el panorama político al declarar que retornará al país “en pocas semanas” para impulsar una transición democrática. “Llegaremos para abrazarnos, para trabajar juntos, para garantizar una transición a la democracia”, proclamó en un video transmitido desde España, donde reside desde su inhabilitación en 2023. El […]

Contacto

Suscríbete y no te pierdas ninguna novedad.

    All Content © 2025 Ecuausa