Ecuador rezagado en biotecnología farmacéutica: líderes regionales alcanzan el 70%, mientras el país no llega ni a la mitad del puntaje
Ecuador ocupa el último lugar en el Índice de Competitividad e Inversión Biofarmacéutica (BCI) 2025 de América Latina, con un puntaje inferior al 50%, mientras que Costa Rica, Chile y México encabezan el ranking con valores entre 65% y 70%. El promedio regional se sitúa en 59%, lo que evidencia una brecha creciente entre los países líderes en innovación y aquellos que enfrentan dificultades para consolidar un entorno competitivo en biotecnología farmacéutica.
El índice, elaborado por Pugatch Consilium para FIFARMA, evalúa cinco pilares esenciales: capacidad científica y de investigación, eficiencia regulatoria, entorno de investigación clínica, acceso al mercado y financiamiento, y protección de la propiedad intelectual. Ecuador obtiene el peor desempeño de los diez países analizados, incluso por debajo de Colombia (53%), debido a deficiencias en la protección de la propiedad intelectual, escasa infraestructura científica y obstáculos para atraer inversión privada.
De acuerdo con el informe, Costa Rica, Chile y México han mejorado de forma constante gracias a marcos regulatorios estables, ecosistemas de investigación fortalecidos y mayor cooperación entre sectores público y privado. Ecuador, por el contrario, enfrenta trabas burocráticas, fragmentación institucional y programas de innovación insuficientemente financiados, factores que limitan su potencial de crecimiento.
Aunque algunos países muestran avances, el progreso regional desde 2017 ha sido irregular, manteniendo a América Latina rezagada frente a potencias tecnológicas como Singapur, Corea del Sur e Israel. El estudio advierte que el estancamiento ecuatoriano pone en riesgo la sostenibilidad del sistema de salud, debido a su dependencia de medicamentos importados y a la baja capacidad productiva local.
El informe recomienda acelerar los procesos de aprobación sin comprometer la seguridad, fortalecer la protección de la propiedad intelectual, implementar sistemas de reembolso e inversión basados en valor, y promover centros de investigación clínica con plataformas digitales interoperables.
Expertos coinciden en que, si Ecuador adopta estas reformas, podría atraer más ensayos clínicos, inversión extranjera y transferencia tecnológica, fomentando la diversificación económica y el desarrollo científico nacional. Sin una acción decidida, el país seguirá marginado de un sector clave para el futuro de la salud y la innovación en la región.
Ecuador lags in regional biopharma: leaders near 70% while the country fails to reach half the score
Ecuador finds itself at the bottom of the 2025 Biopharmaceutical Competitiveness & Investment (BCI) Index in Latin America, scoring below 50%, while regional leaders such as Costa Rica, Chile, and Mexico reach levels between 65% and 70%. The regional average stands at 59%, revealing a growing divide between the continent’s top-performing innovation hubs and those struggling to build competitive biopharmaceutical environments.
The BCI, developed by Pugatch Consilium for FIFARMA, evaluates five core pillars of biopharmaceutical competitiveness: scientific and research capacity, regulatory efficiency, clinical research environment, market access and financing, and intellectual property (IP) protection. Ecuador’s performance was the weakest among the ten countries surveyed, falling even below Colombia’s 53%. Analysts attribute the low score to gaps in IP enforcement, limited research infrastructure, and barriers to private-sector investment.
According to the report, countries like Costa Rica, Chile, and Mexico have seen steady gains due to predictable regulatory frameworks, stronger R&D ecosystems, and improved clinical research coordination between the public and private sectors. Ecuador, by contrast, continues to face bureaucratic bottlenecks, fragmented oversight, and underfunded innovation programs that deter international partnerships.
While some nations in the region have advanced, overall progress since 2017 has been inconsistent. This volatility keeps Latin America behind global innovation benchmarks such as Singapore, South Korea, and Israel. The report stresses that Ecuador’s stagnation poses risks for its healthcare resilience, given its dependence on imported pharmaceuticals and limited domestic manufacturing capabilities.
The BCI report calls for a structural roadmap to close Ecuador’s competitiveness gap. Key recommendations include: accelerating regulatory approvals without compromising safety, developing reimbursement and value-based procurement systems to improve patient access, strengthening IP frameworks, and promoting clinical research hubs equipped with interoperable digital systems.
Experts emphasize that if Ecuador implements these reforms, it could begin to attract more clinical trials, investment, and technology transfer, unlocking regional opportunities for economic diversification and medical advancement. The study concludes that without decisive policy action, Ecuador will remain a marginal player in Latin America’s growing biopharmaceutical landscape—one increasingly defined by innovation, data, and international collaboration.
Equador fica para trás na biofarmacêutica regional: líderes chegam a 70%, enquanto o país não atinge metade da pontuação
O Equador ocupa a última posição no Índice de Competitividade e Investimento Biofarmacêutico (BCI) 2025 da América Latina, com uma pontuação inferior a 50%, enquanto Costa Rica, Chile e México lideram com resultados entre 65% e 70%. A média regional é de 59%, evidenciando uma lacuna significativa entre os centros de inovação mais avançados e os países que ainda enfrentam desafios estruturais no setor.
O BCI, desenvolvido pela Pugatch Consilium para a FIFARMA, avalia cinco pilares essenciais: capacidade científica e de pesquisa, eficiência regulatória, ambiente de pesquisa clínica, acesso ao mercado e financiamento, e proteção da propriedade intelectual (PI). O Equador apresentou o pior desempenho entre os dez países analisados, ficando abaixo da Colômbia (53%). Segundo o relatório, o país sofre com lacunas em proteção de PI, infraestrutura limitada de pesquisa e barreiras à entrada de investimentos privados.
Enquanto países como Costa Rica, Chile e México avançam com políticas previsíveis e ecossistemas de P&D fortalecidos, o Equador ainda enfrenta entraves burocráticos, falta de coordenação institucional e programas de inovação subfinanciados. Essa situação compromete sua capacidade de competir e atrair parceiros internacionais.
Desde 2017, o progresso regional tem sido desigual, mantendo a América Latina atrás de polos globais como Singapura, Coreia do Sul e Israel. O relatório alerta que o atraso equatoriano ameaça a sustentabilidade do sistema de saúde nacional, dada sua dependência de medicamentos importados e baixa produção local.
Para reverter o cenário, o BCI propõe uma série de reformas: agilizar aprovações regulatórias sem comprometer a segurança, desenvolver mecanismos de reembolso e compras inovadoras, fortalecer a proteção da PI e incentivar centros de pesquisa clínica com infraestrutura moderna e interoperável.
Especialistas afirmam que, com essas medidas, o Equador poderia atrair mais ensaios clínicos, investimentos e transferência de tecnologia, contribuindo para diversificação econômica e maior inovação em saúde. Caso contrário, o país continuará na periferia de um setor estratégico que define o futuro científico e econômico da região.