ELECTION ALERT: FINES FOR NOT VOTING OR NOT ATTENDING POLL STATIONS IN ECUADOR’S POPULAR CONSULTATION REACH $70
With November 16, 2025, approaching, Ecuador’s National Electoral Council (CNE) has issued a formal reminder about the legal and financial implications for citizens who fail to fulfill their civic obligations during the upcoming Popular Consultation and Referendum, called by President Daniel Noboa. Voting in Ecuador is mandatory, and the law imposes fines and administrative restrictions on those who abstain or neglect their electoral duties.
According to Ecuador’s Code of Democracy, voting is compulsory for citizens aged 18 to 64 years, while it remains optional for those aged 16–17, individuals over 65, members of the Armed Forces and National Police, and persons with disabilities.
Fines for Not Voting
Citizens within the mandatory voting range who fail to cast their ballots are required to pay a fine equal to 10% of the Unified Basic Salary (SBU). As the SBU for 2025 is set at $470, the fine for not voting amounts to $47.
Stricter Penalties for Poll Workers
Those who have been designated as members of the Voting Receiving Boards (Juntas Receptoras del Voto, JRV) face significantly higher penalties if they fail to appear or abandon their responsibilities on election day.
- Failure to Attend the JRV: Absence from duty without justification carries a fine of 15% of the SBU, equivalent to $70.50.
- Failure to Attend Mandatory Training: Those who skip their preparatory training sessions will incur an additional 10% SBU fine ($47).
- Abandonment of Duties: Leaving assigned responsibilities during the election can lead to extremely severe sanctions, ranging from 11 to 20 SBU, representing thousands of dollars in penalties.
Administrative Restrictions for Non-Compliance
Beyond the economic consequences, the CNE has reiterated that unpaid electoral fines lead to administrative restrictions that can seriously affect everyday and professional activities. Citizens who fail to settle their fines will be unable to:
- Obtain or renew their Single Taxpayer Registry (RUC).
- Participate in public tenders or sign government contracts.
- Hold public office or run for elected positions.
To ease compliance, the CNE offers an online platform for citizens to consult and pay electoral fines electronically or through authorized physical offices. The system allows verification of one’s voting record, fine amount, and available payment channels.
Exceptions are permitted under Ecuadorian law for citizens who present justified causes, such as certified illness, domestic calamity, or force majeure, provided these are reported with supporting documentation within the legally established period.
As the Popular Consultation approaches, authorities emphasize that civic participation not only fulfills a legal duty but also strengthens democratic legitimacy. Ecuador’s electoral system, founded on the principle of universal participation, depends on the active engagement of every voter.
ALERTA ELECTORAL: MULTAS DE HASTA $70 POR NO VOTAR O NO ASISTIR A LAS MESAS ELECTORALES EN LA CONSULTA POPULAR DE ECUADOR
Con la Consulta Popular y Referéndum del 16 de noviembre de 2025 en el horizonte, el Consejo Nacional Electoral (CNE) recordó a la ciudadanía las sanciones económicas y restricciones administrativas que enfrentan quienes no cumplan con su deber cívico. En Ecuador, donde el voto es obligatorio para la mayoría de la población, la inasistencia a las urnas puede tener consecuencias legales y financieras concretas.
Según el Código de la Democracia, el sufragio es obligatorio para las personas entre 18 y 64 años y opcional para los jóvenes de 16 y 17, adultos mayores de 65, miembros activos de las Fuerzas Armadas y la Policía Nacional, y personas con discapacidad.
Multas por No Votar
Quienes estén obligados a votar y no lo hagan deberán pagar una multa equivalente al 10% del Salario Básico Unificado (SBU). Como el SBU para 2025 se fijó en $470, la sanción por no votar asciende a $47.
Sanciones Más Severas para Miembros de Mesa
Las personas seleccionadas para integrar las Juntas Receptoras del Voto (JRV) —conocidos como miembros de mesa— enfrentan penalidades más altas si no se presentan o incumplen sus funciones:
- Inasistencia a la JRV: La multa es del 15% del SBU, equivalente a $70,50.
- No asistir a la capacitación: Quienes no concurran al entrenamiento obligatorio serán multados con un 10% adicional del SBU ($47).
- Abandono de funciones: Si un miembro abandona sus responsabilidades durante la jornada electoral, la sanción puede oscilar entre 11 y 20 SBU, es decir, varios miles de dólares.
Restricciones Administrativas
Además de la multa económica, el CNE advierte que quienes mantengan obligaciones pendientes no podrán realizar trámites administrativos hasta regularizar su situación. Entre las principales restricciones se encuentran:
- No poder obtener o renovar el Registro Único de Contribuyentes (RUC).
- No participar en licitaciones públicas ni contratos estatales.
- No ejercer cargos públicos ni postularse a elecciones populares.
El CNE dispone de un servicio en línea para consultar y pagar las multas electorales a través de su portal oficial o ventanillas autorizadas. El sistema permite verificar si una persona tiene obligaciones pendientes y efectuar el pago de manera electrónica.
El Código de la Democracia contempla excepciones en casos de enfermedad comprobada, calamidad doméstica u otras circunstancias de fuerza mayor, siempre que se presenten con la documentación correspondiente dentro del plazo establecido.
Las autoridades subrayan que participar en el proceso electoral no solo es una obligación legal, sino un acto de compromiso democrático. Cumplir con el voto fortalece la legitimidad del sistema y la voz ciudadana en las decisiones nacionales.
ALERTA ELEITORAL: MULTAS DE ATÉ US$70 PARA QUEM NÃO VOTAR OU NÃO COMPARECER ÀS MESAS ELEITORAIS NA CONSULTA POPULAR DO EQUADOR
Com a Consulta Popular e Referendo de 16 de novembro de 2025 se aproximando, o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) do Equador emitiu um lembrete oficial sobre as multas e restrições administrativas aplicadas a cidadãos que não cumprirem suas obrigações eleitorais. No país, o voto é obrigatório para a maioria da população, e a ausência injustificada acarreta penalidades previstas no Código da Democracia.
O voto é obrigatório para os cidadãos entre 18 e 64 anos e facultativo para jovens de 16 e 17 anos, pessoas com mais de 65, membros das Forças Armadas e da Polícia Nacional, e pessoas com deficiência.
Multas por Não Votar
Quem estiver obrigado a votar e não o fizer deverá pagar uma multa equivalente a 10% do Salário Básico Unificado (SBU). Como o SBU em 2025 é de US$470, a multa por não votar será de US$47.
Penalidades Maiores para Membros de Mesa
Os cidadãos convocados para atuar nas Juntas Receptoras do Voto (JRV) —equivalentes às mesas eleitorais— enfrentam sanções mais severas caso não compareçam ou abandonem suas funções:
- Ausência na JRV: Multa de 15% do SBU, equivalente a US$70,50.
- Falta ao Treinamento Obrigatório: Multa adicional de 10% do SBU (US$47).
- Abandono de Funções: Penalidade muito mais alta, entre 11 e 20 SBU, o que representa milhares de dólares.
Restrições Administrativas
Além das multas, o CNE alerta que quem permanecer inadimplente ficará impedido de realizar diversos trâmites administrativos, incluindo:
- Obter ou renovar o Registro Único de Contribuinte (RUC).
- Participar de licitações públicas ou contratos governamentais.
- Ocupar cargos públicos ou concorrer a eleições.
O órgão eleitoral oferece um serviço on-line que permite aos cidadãos consultar e pagar multas através do portal oficial ou em pontos físicos autorizados. O sistema mostra a situação eleitoral e os valores devidos, facilitando a regularização.
O Código da Democracia prevê exceções para casos devidamente justificados, como doença comprovada, calamidade doméstica grave ou força maior, desde que acompanhados de documentação válida dentro do prazo legal.
As autoridades reforçam que o voto não é apenas uma exigência legal, mas um dever cívico essencial. A participação eleitoral fortalece a legitimidade democrática e assegura que cada cidadão tenha voz ativa nas decisões do país.