INTERNAL CONFLICT AT THE AME: POWER VACUUM OR HIDDEN RIVALRIES?
On the morning of 6 November 2025, tension erupted within the Association of Municipalities of Ecuador (AME) when the Provincial Court of Azuay declared it did not recognize the election of Yuri Colorado as president of the organization—a decision made by municipal leaders during a general assembly. This ruling adds a new layer to the institutional crisis afflicting the AME, marked by disputes over transparency, local power dynamics, and governance procedures.
The Court stated that the election did not meet legal requirements under the AME’s bylaws—a claim echoed by dissenting mayors who argued that the assembly lacked quorum and proper notice. In response, the Court invalidated the decision, asserting that only the AME-national board or the Transparency Council can validate such elections. The result: suspended activities, blocked communications, and a paralyzed organization.
This episode brings to the fore a crucial question in Ecuadorian politics: how strong are local governments when their voice is fractured? The AME serves as a collective platform for mayors and prefects to negotiate resources, shape decentralization policies, and participate in national decision-making. Uncertainty over its leadership undermines its role and raises concerns about its effectiveness.
The practical consequences are immediate. Projects are on hold, shared resources are stuck in limbo, and key agreements remain unsigned. Some provinces warn that the AME’s discord might even jeopardize external funding from international bodies, directly impacting local governance in critical regions.
Yuri Colorado affirmed she will respect the legal process but will continue her work pending a definitive ruling. Her supporters claim the Court’s decision sets a worrisome precedent: the judicialization of local politics.
The AME is now undergoing forced introspection: must it rewrite its statutes and processes? Should municipalities rethink how they select representatives? And perhaps most importantly, what role do courts play in local power structures?
Today, the AME stands fractured, divided by internal governance conflict that weakens its legitimacy. Because when the country’s collective of mayors is stuck in internal strife, citizens lose a crucial channel of local representation. Until that gap closes, municipal power remains a battleground—not a service.
CONFLICTO INTERNO EN LA AME: ¿VACÍO DE PODER O RIVALIDADES OCULTAS?
En la mañana del 6 de noviembre de 2025, estalló la tensión dentro de la Asociación de Municipalidades del Ecuador (AME) cuando el Tribunal Provincial del Azuay declaró que no reconocía la elección de Yuri Colorado como presidenta de la organización, una decisión tomada por los líderes municipales durante una asamblea general. Este fallo añade un nuevo nivel a la crisis institucional que afecta a la AME, marcada por disputas sobre transparencia, dinámicas locales de poder y procedimientos de gobernanza.
El Tribunal señaló que la elección no cumplió con los requisitos legales según los estatutos de la AME, una afirmación respaldada por alcaldes disidentes que alegaron que la asamblea carecía de quórum y notificación adecuada. En respuesta, el Tribunal invalidó la decisión, afirmando que solo la Junta Nacional de la AME o el Consejo de Transparencia pueden validar tales elecciones. El resultado: actividades suspendidas, comunicaciones bloqueadas y una organización paralizada.
Este episodio plantea una pregunta crucial en la política ecuatoriana: ¿qué tan fuertes son los gobiernos locales cuando su voz está fracturada? La AME sirve como plataforma colectiva para que alcaldes y prefectos negocien recursos, definan políticas de descentralización y participen en la toma de decisiones nacionales. La incertidumbre sobre su liderazgo socava su rol y genera preocupaciones sobre su efectividad.
Las consecuencias prácticas son inmediatas. Los proyectos están en pausa, los recursos compartidos quedan estancados y los convenios clave permanecen sin firmar. Algunas provincias advierten que la discordia de la AME podría incluso poner en riesgo fondos externos de organismos internacionales, impactando directamente la gobernanza local en regiones críticas.
Yuri Colorado afirmó que respetará el proceso legal, pero continuará su trabajo mientras se espera un fallo definitivo. Sus seguidores afirman que la decisión del Tribunal establece un precedente preocupante: la judicialización de la política local.
La AME atraviesa ahora una introspección forzada: ¿debe reescribir sus estatutos y procesos? ¿Deben los municipios replantear la forma en que seleccionan representantes? Y quizás lo más importante, ¿qué papel juegan los tribunales en las estructuras de poder locales?
Hoy, la AME está fracturada, dividida por un conflicto interno de gobernanza que debilita su legitimidad. Porque cuando el colectivo de alcaldes del país queda atrapado en disputas internas, los ciudadanos pierden un canal crucial de representación local. Hasta que esa brecha se cierre, el poder municipal sigue siendo un campo de batalla, no un servicio.
CONFLITO INTERNO NA AME: VÁCUO DE PODER OU RIVALIDADES OCULTAS?
Na manhã de 6 de novembro de 2025, a tensão eclodiu dentro da Associação de Municípios do Equador (AME) quando o Tribunal Provincial de Azuay declarou que não reconhecia a eleição de Yuri Colorado como presidente da organização — decisão tomada pelos líderes municipais durante uma assembleia geral. Esta decisão adiciona uma nova camada à crise institucional que afeta a AME, marcada por disputas sobre transparência, dinâmicas locais de poder e procedimentos de governança.
O Tribunal afirmou que a eleição não cumpriu os requisitos legais conforme o estatuto da AME — uma alegação ecoada por prefeitos dissidentes que argumentaram que a assembleia carecia de quórum e de aviso prévio adequado. Em resposta, o Tribunal invalidou a decisão, afirmando que apenas o conselho nacional da AME ou o Conselho de Transparência podem validar tais eleições. O resultado: atividades suspensas, comunicações bloqueadas e organização paralisada.
Este episódio levanta uma questão crucial na política equatoriana: quão fortes são os governos locais quando sua voz está fragmentada? A AME funciona como uma plataforma coletiva para prefeitos e governadores negociarem recursos, definirem políticas de descentralização e participarem da tomada de decisões nacionais. A incerteza sobre sua liderança compromete seu papel e gera dúvidas sobre sua eficácia.
As consequências práticas são imediatas. Projetos estão em espera, recursos compartilhados estão paralisados e acordos-chave permanecem não assinados. Algumas províncias alertam que a discórdia da AME pode até comprometer fundos externos de organismos internacionais, impactando diretamente a governança local em regiões críticas.
Yuri Colorado afirmou que respeitará o processo legal, mas continuará seu trabalho enquanto se aguarda uma decisão definitiva. Seus apoiadores afirmam que a decisão do Tribunal estabelece um precedente preocupante: a judicialização da política local.
A AME passa agora por uma introspecção forçada: deve reescrever seus estatutos e processos? Os municípios devem repensar como selecionam seus representantes? E, talvez o mais importante, qual é o papel dos tribunais nas estruturas de poder local?
Hoje, a AME está fragmentada, dividida por um conflito interno de governança que enfraquece sua legitimidade. Porque quando o coletivo de prefeitos do país fica preso em disputas internas, os cidadãos perdem um canal crucial de representação local. Até que essa lacuna se feche, o poder municipal continua sendo um campo de batalha — não um serviço.