Marco Rubio: “Terrorist Organizations Plant Explosives and Attack Presidential Motorcade” as U.S. Strengthens Anti-Drug Cooperation

Marco Rubio: “Terrorist Organizations Plant Explosives and Attack Presidential Motorcade” as U.S. Strengthens Anti-Drug Cooperation

U.S. Secretary of State Marco Rubio stated that Ecuador is confronting “terrorist organizations” that plant improvised explosive devices and target the presidential motorcade, emphasizing enhanced cooperation between the United States, Ecuador, and Mexico against narcotrafficking. Speaking after a G7 foreign ministers’ meeting, Rubio stressed that these groups are more than criminal gangs; they are state-threatening actors aiming to destabilize the country.

Rubio highlighted Washington’s designation of Los Choneros and Los Lobos as terrorist organizations and outlined a bilateral agenda with Quito focusing on intelligence-sharing, illicit finance monitoring, and operational support. The effort targets not only narcotics trafficking but networks employing terrorist tactics, including explosives and targeted attacks, raising the regional security threshold.

He underscored a “historic level” of coordination with Mexico, designed to disrupt fentanyl, arms, and money-laundering pipelines and deploy high-level implementation teams to ensure operational follow-through. Regarding Ecuador, Rubio cited recent senior U.S. visits and close strategic cooperation with President Daniel Noboa’s government to strengthen air and coastal security capabilities in the Eastern Pacific.

On Caribbean operations, Rubio defended the use of force against narcotics-linked vessels, noting the goal is to prevent drugs and weapons from fueling violence regionally and in the United States. He also emphasized that labeling groups as “narco-terrorist” unlocks legal and financial mechanisms to pursue assets and transnational networks.

Rubio pledged that the United States will remain “100%” engaged with Ecuador, evaluating additional support for intelligence-sharing, security operations, and joint enforcement measures. Analysts view this trilateral cooperation as critical to disrupting organized criminal networks that threaten state stability.

The announcement frames U.S.-Ecuador-Mexico cooperation as a proactive effort to confront evolving security challenges in Latin America, reinforcing a shared commitment to counter illicit trade while preventing destabilizing attacks. It reflects an understanding that narcotics-trafficking groups, when combined with terrorist tactics, pose a multifaceted threat to national and regional security.

Rubio concluded that sustained collaboration and intelligence integration are essential to neutralize these actors, demonstrating that U.S. policy combines diplomatic engagement with operational readiness. By strengthening capabilities, sharing information, and maintaining a high threshold of vigilance, Ecuador and its regional partners can better confront criminal networks using violence, explosives, and transnational channels to threaten citizens and governments alike.


Marco Rubio: “Organizaciones terroristas plantan explosivos y atacan el motorizado presidencial” mientras EE.UU. refuerza cooperación antidrogas

El Secretario de Estado de Estados Unidos, Marco Rubio, afirmó que Ecuador enfrenta “organizaciones terroristas” que colocan explosivos improvisados y atacan el motorizado presidencial, destacando la cooperación reforzada entre Estados Unidos, Ecuador y México contra el narcotráfico. Tras una reunión de ministros de Relaciones Exteriores del G7, Rubio subrayó que estos grupos no son simples bandas criminales, sino actores que amenazan al Estado y buscan desestabilizar el país.

Rubio resaltó la designación de Los Choneros y Los Lobos como organizaciones terroristas por Washington y detalló una agenda bilateral con Quito centrada en el intercambio de inteligencia, el seguimiento de finanzas ilícitas y el apoyo operativo. El esfuerzo apunta no solo al tráfico de drogas, sino a redes que emplean tácticas terroristas, incluyendo explosivos y ataques dirigidos, aumentando el nivel de seguridad regional.

Destacó un “nivel histórico” de coordinación con México, diseñado para interrumpir los flujos de fentanilo, armas y lavado de dinero, además de desplegar equipos de implementación de alto nivel para asegurar la ejecución de operaciones. Respecto a Ecuador, Rubio citó recientes visitas de altos funcionarios estadounidenses y la cooperación estratégica estrecha con el gobierno del presidente Daniel Noboa para fortalecer capacidades aéreas y costeras en el Pacífico Oriental.

Sobre operaciones en el Caribe, Rubio defendió el uso de la fuerza contra embarcaciones vinculadas al narcotráfico, señalando que el objetivo es impedir que drogas y armas alimenten la violencia regional y en Estados Unidos. Subrayó que la calificación de grupos como “narco-terroristas” desbloquea mecanismos legales y financieros para perseguir activos y redes transnacionales.

Rubio aseguró que Estados Unidos permanecerá “100%” comprometido con Ecuador, evaluando soporte adicional en inteligencia, operaciones de seguridad y medidas conjuntas de cumplimiento. Analistas consideran esta cooperación trilateral crucial para desmantelar redes criminales que amenazan la estabilidad estatal.

El anuncio presenta la cooperación EE.UU.-Ecuador-México como un esfuerzo proactivo frente a desafíos de seguridad en América Latina, reforzando el compromiso compartido de contrarrestar el comercio ilícito y prevenir ataques desestabilizadores. Rubio concluyó que la colaboración sostenida e integración de inteligencia son esenciales para neutralizar estos actores, demostrando que la política estadounidense combina compromiso diplomático con preparación operativa.


Marco Rubio: “Organizações terroristas plantam explosivos e atacam comboio presidencial” enquanto EUA reforçam cooperação antidrogas

O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, declarou que o Equador enfrenta “organizações terroristas” que instalam dispositivos explosivos improvisados e atacam o comboio presidencial, destacando a cooperação intensificada entre Estados Unidos, Equador e México contra o narcotráfico. Após reunião de ministros das Relações Exteriores do G7, Rubio enfatizou que esses grupos não são apenas gangues criminosas, mas atores que ameaçam o Estado e buscam desestabilizá-lo.

Rubio destacou a designação de Los Choneros e Los Lobos como organizações terroristas pelo governo americano e detalhou uma agenda bilateral com Quito focada no compartilhamento de inteligência, monitoramento de finanças ilícitas e apoio operacional. O esforço busca não apenas combater o tráfico de drogas, mas também redes que utilizam táticas terroristas, como explosivos e ataques direcionados, elevando o nível de resposta de segurança regional.

Ele enfatizou um “nível histórico” de coordenação com o México, destinado a interromper fluxos de fentanil, armas e lavagem de dinheiro, além de mobilizar equipes de implementação de alto nível para garantir a execução das operações. Sobre o Equador, Rubio citou recentes visitas de altos funcionários dos EUA e a estreita cooperação estratégica com o governo do presidente Daniel Noboa, visando fortalecer capacidades aéreas e costeiras no Pacífico Oriental.

Quanto às operações no Caribe, Rubio defendeu o uso da força contra embarcações ligadas ao narcotráfico, apontando que o objetivo é impedir que drogas e armas alimentem a violência na região e nos Estados Unidos. Ele reforçou que a classificação de grupos como “narco-terroristas” libera mecanismos legais e financeiros para perseguir ativos e redes transnacionais.

Rubio garantiu que os EUA permanecerão “100%” engajados com o Equador, avaliando apoio adicional em compartilhamento de informações, operações de segurança e medidas conjuntas. Analistas consideram essa cooperação trilateral essencial para desmantelar redes criminosas que ameaçam a estabilidade do Estado.

O anúncio posiciona a cooperação EUA-Equador-México como uma ação proativa frente aos desafios de segurança na América Latina, reforçando o compromisso compartilhado de combater o comércio ilícito e prevenir ataques desestabilizadores. Rubio concluiu que colaboração contínua e integração de inteligência são vitais para neutralizar esses atores, combinando engajamento diplomático com prontidão operacional.


Marco Rubio: “Organizzazioni terroristiche piazzano esplosivi e attaccano il convoglio presidenziale” e rafforza la cooperazione antidroga

Il Segretario di Stato degli Stati Uniti, Marco Rubio, ha dichiarato che l’Ecuador affronta “organizzazioni terroristiche” che piazzano dispositivi esplosivi improvvisati e attaccano il convoglio presidenziale, sottolineando la cooperazione rafforzata tra Stati Uniti, Ecuador e Messico contro il narcotraffico. Dopo un incontro dei ministri degli Esteri del G7, Rubio ha evidenziato che questi gruppi non sono semplici bande criminali, ma attori che minacciano lo Stato e cercano di destabilizzare il paese.

Rubio ha richiamato la designazione da parte di Washington dei gruppi Los Choneros e Los Lobos come organizzazioni terroristiche, delineando un’agenda bilaterale con Quito basata sulla condivisione di intelligence, il monitoraggio dei flussi finanziari illeciti e il supporto operativo. Lo sforzo mira non solo a contrastare il traffico di droga, ma anche a reti che utilizzano tattiche terroristiche, inclusi esplosivi e attacchi mirati, aumentando la soglia di sicurezza regionale.

Ha sottolineato un “livello storico” di coordinamento con il Messico, finalizzato a interrompere flussi di fentanyl, armi e riciclaggio di denaro, nonché a dispiegare team di alto livello per garantire il pieno svolgimento delle operazioni. Riguardo all’Ecuador, Rubio ha citato recenti visite di alti funzionari statunitensi e la stretta cooperazione strategica con il governo del presidente Daniel Noboa per rafforzare le capacità aeree e costiere nel Pacifico orientale.

Per quanto riguarda le operazioni nei Caraibi, Rubio ha difeso l’uso della forza contro imbarcazioni collegate al narcotraffico, evidenziando che l’obiettivo è impedire che droghe e armi alimentino la violenza nella regione e negli Stati Uniti. Ha inoltre ribadito che la classificazione di alcuni gruppi come “narco-terroristi” consente l’uso di strumenti legali e finanziari aggiuntivi per perseguire beni e reti transnazionali.

Rubio ha assicurato che gli Stati Uniti rimarranno “100%” impegnati con l’Ecuador, valutando ulteriore supporto in materia di intelligence, operazioni di sicurezza e misure congiunte. Gli analisti considerano questa cooperazione trilaterale essenziale per smantellare reti criminali che minacciano la stabilità statale.

L’annuncio posiziona la cooperazione USA-Ecuador-Messico come azione proattiva di fronte alle sfide della sicurezza in America Latina, rafforzando l’impegno condiviso nel contrastare il commercio illecito e prevenire attacchi destabilizzanti. Rubio ha concluso sottolineando che collaborazione continua e integrazione dell’intelligence sono fondamentali per neutralizzare questi attori, combinando impegno diplomatico e prontezza operativa.


Marco Rubio : “Des organisations terroristes plantent des explosifs et attaquent le cortège présidentiel” et renforce la coopération antidrogue

Le Secrétaire d’État américain, Marco Rubio, a déclaré que l’Équateur est confronté à des “organisations terroristes” qui installent des engins explosifs improvisés et ciblent le cortège présidentiel, soulignant la coopération renforcée entre les États-Unis, l’Équateur et le Mexique dans la lutte contre le narcotrafic. Après une réunion des ministres des Affaires étrangères du G7, Rubio a insisté sur le fait que ces groupes ne sont pas de simples bandes criminelles, mais des acteurs menaçant l’État et visant à déstabiliser le pays.

Rubio a rappelé la désignation par Washington de Los Choneros et Los Lobos comme organisations terroristes et a présenté un agenda bilatéral avec Quito axé sur le partage de renseignements, le suivi des finances illicites et le soutien opérationnel. L’objectif ne se limite pas au trafic de drogues, mais inclut les réseaux utilisant des tactiques terroristes, comme les explosifs et les attaques ciblées, renforçant le niveau de sécurité régional.

Il a souligné un “niveau historique” de coordination avec le Mexique, visant à perturber les flux de fentanyl, d’armes et de blanchiment d’argent, ainsi qu’à déployer des équipes de mise en œuvre de haut niveau pour garantir l’exécution complète des opérations. Concernant l’Équateur, Rubio a mentionné de récentes visites de hauts responsables américains et la coopération stratégique étroite avec le gouvernement du président Daniel Noboa pour renforcer les capacités aériennes et côtières dans le Pacifique oriental.

Pour les opérations dans les Caraïbes, Rubio a défendu l’usage de la force contre les navires liés au narcotrafic, précisant que l’objectif est d’empêcher que drogues et armes alimentent la violence dans la région et aux États-Unis. Il a également rappelé que la désignation de groupes comme “narco-terroristes” ouvre des outils légaux et financiers supplémentaires pour poursuivre actifs et partenaires transnationaux.

Rubio a assuré que les États-Unis resteront “100 %” engagés avec l’Équateur, évaluant un soutien supplémentaire en matière de renseignement, opérations de sécurité et mesures conjointes. Les analystes considèrent cette coopération trilatérale essentielle pour démanteler les réseaux criminels menaçant la stabilité de l’État.

Cette annonce présente la coopération États-Unis-Équateur-Mexique comme une action proactive face aux défis de sécurité en Amérique latine, renforçant l’engagement partagé à contrer le commerce illicite et prévenir les attaques déstabilisantes. Rubio a conclu en affirmant que la collaboration continue et l’intégration des renseignements sont vitales pour neutraliser ces acteurs, alliant engagement diplomatique et préparation opérationnelle.


Marco Rubio: „Terrororganisationen platzieren Sprengsätze und greifen Präsidentenkolonne an“ und verstärkt Anti-Drogen-Kooperation

Der US-Außenminister Marco Rubio erklärte, dass Ecuador mit „Terrororganisationen“ konfrontiert sei, die improvisierte Sprengsätze platzieren und die Präsidentenkolonne angreifen, und betonte die verstärkte Zusammenarbeit zwischen den Vereinigten Staaten, Ecuador und Mexiko im Kampf gegen den Drogenhandel. Nach einem Treffen der Außenminister der G7 hob Rubio hervor, dass diese Gruppen keine einfachen kriminellen Banden seien, sondern staatlich bedrohliche Akteure, die darauf abzielen, das Land zu destabilisieren.

Rubio verwies auf die Terrororganisationen-Listung von Los Choneros und Los Lobos durch Washington und skizzierte eine bilaterale Agenda mit Quito, die sich auf Informationsaustausch, Überwachung illegaler Finanzströme und operative Unterstützung konzentriert. Die Maßnahmen richten sich nicht nur gegen Drogenhandel, sondern auch gegen Netzwerke, die terroristische Taktiken anwenden, einschließlich Sprengstoffanschlägen und gezielten Angriffen, was die Sicherheitsanforderungen in der Region erhöht.

Er hob ein „historisches Maß“ an Koordination mit Mexiko hervor, das darauf abzielt, Fentanyl-, Waffen- und Geldwäschekanäle zu unterbrechen und hochrangige Umsetzungsteams einzusetzen, um die Operationsdurchführung sicherzustellen. Bezüglich Ecuador nannte Rubio kürzliche Besuche hochrangiger US-Beamter und die enge strategische Zusammenarbeit mit Präsident Daniel Noboas Regierung, um Luft- und Küstenfähigkeiten im östlichen Pazifik zu stärken.

Zu Operationen in der Karibik verteidigte Rubio den Einsatz von Gewalt gegen drogenverbundene Schiffe und betonte, dass das Ziel sei, zu verhindern, dass Drogen und Waffen Gewalt in der Region und in den Vereinigten Staaten fördern. Zudem unterstrich er, dass die Einstufung von Gruppen als „Narco-Terroristen“ zusätzliche rechtliche und finanzielle Mittel freischaltet, um Vermögenswerte und transnationale Partner zu verfolgen.

Rubio erklärte, dass die USA „zu 100 %“ mit Ecuador zusammenarbeiten und weitere Unterstützung in den Bereichen Informationsaustausch, Sicherheitsoperationen und gemeinsame Maßnahmen prüfen werden. Analysten betrachten diese trilaterale Zusammenarbeit als entscheidend, um kriminelle Netzwerke zu zerschlagen, die die staatliche Stabilität bedrohen.

Die Erklärung positioniert die Kooperation USA-Ecuador-Mexiko als proaktiven Ansatz gegen Sicherheitsherausforderungen in Lateinamerika und unterstreicht das gemeinsame Engagement, den illegalen Handel zu bekämpfen und destabilisierende Angriffe zu verhindern. Rubio schloss mit der Feststellung, dass kontinuierliche Zusammenarbeit und Integration von Informationen entscheidend sind, um diese Akteure zu neutralisieren, und verbindet diplomatisches Engagement mit operativer Einsatzbereitschaft.

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