Panama Seizes 13.5 Tons of Cocaine in Largest Bust Since 2008; Ecuadorians Among Ten Arrested

Panama Seizes 13.5 Tons of Cocaine in Largest Bust Since 2008; Ecuadorians Among Ten Arrested

Panamanian authorities announced one of the country’s most significant drug seizures in over a decade, intercepting 13,508 kilograms of cocaine aboard a tugboat in the Pacific southwest of San José Island. The National Aeronaval Service (Senan) and the Anti-Drug Prosecutor’s Office reported that ten men of various nationalities—including Ecuadorians, Venezuelans, Nicaraguans, and Colombians—were detained on charges of international drug trafficking.

The vessel, believed to have departed from the Juradó–Buenaventura corridor in Colombia en route to Mexico, attempted to elude authorities before being stopped by Senan units. Unlike many maritime seizures where cocaine is hidden in containers or cargo holds, this shipment was discovered in plain sight on deck, organized into 579 bundles containing 11,562 packages, with an estimated street value of USD 200 million.

Authorities described the operation as a “hard blow” to transnational trafficking networks operating along one of the busiest drug transit corridors from South America to North America and Europe. Forensic teams are currently examining the vessel and cargo, while the detainees face initial court hearings. Panamanian authorities emphasized that the operation’s success resulted from interagency intelligence sharing and continuous maritime surveillance in high-risk Pacific zones, particularly around the Pearl Islands.

The Anti-Drug Prosecutor indicated that Mexico was likely the intended destination before distribution to the United States, the world’s largest cocaine market. Panama, a key transit country, seized approximately 80 tons of drugs in 2024 alone, signaling an ongoing intensification of patrols and controls along Pacific and Atlantic maritime corridors.

Regional media outlets highlighted the broader context, noting that similar operations in the Andean region and the Caribbean have increasingly targeted go-fast boats, semi-submersibles, and fishing-flagged vessels, often crewed by Ecuadorians, used for transshipment toward Central America and Mexico. Analysts note that such seizures disrupt supply chains, force traffickers to adjust routes, and expose the logistical networks underlying the international cocaine trade.

Senan and the Prosecutor’s Office released images of the tugboat, the cocaine bundles, and the apprehended suspects, demonstrating both operational transparency and law enforcement resolve. Officials emphasized that the collaboration between intelligence, naval units, and judicial authorities is critical in maintaining pressure on transnational criminal networks and preventing illicit cargo from reaching U.S. and European markets.


Panamá Realiza Mayor Incautación de Cocaína Desde 2008: 13,5 Toneladas en un Barco; Incluidos Ecuatorianos Entre 10 Detenidos

Las autoridades panameñas anunciaron una de las mayores incautaciones de drogas en más de una década, interceptando 13.508 kilogramos de cocaína a bordo de un remolcador en el Pacífico suroeste de la Isla San José. El Servicio Nacional Aeronaval (Senan) y la Fiscalía Antidrogas informaron que diez hombres de diversas nacionalidades —entre ellos ecuatorianos, venezolanos, nicaragüenses y colombianos— fueron detenidos por presunto tráfico internacional de drogas.

El buque, que habría zarpado del corredor Juradó–Buenaventura en Colombia con rumbo a México, intentó evadir a las autoridades antes de ser interceptado por unidades del Senan. A diferencia de muchas incautaciones marítimas, donde la cocaína se oculta en contenedores o bodegas, esta carga fue hallada a simple vista en cubierta, organizada en 579 fardos con 11.562 paquetes, con un valor estimado en el mercado ilícito de 200 millones de dólares estadounidenses.

Las autoridades describieron la operación como un “duro golpe” a las redes de tráfico transnacional que operan en uno de los corredores más activos desde Sudamérica hacia Norteamérica y Europa. Los equipos forenses analizan actualmente el barco y la mercancía, mientras los detenidos enfrentan audiencias iniciales. El Senan subrayó que el éxito de la operación se debe a la cooperación interinstitucional y la vigilancia marítima continua en zonas de alto riesgo del Pacífico, especialmente alrededor de las Islas Perlas.

La Fiscalía Antidrogas indicó que México probablemente era el destino antes de la distribución hacia Estados Unidos, el mayor mercado mundial de cocaína. Panamá, país clave en la ruta de tránsito, incautó alrededor de 80 toneladas de drogas en 2024, evidenciando un aumento sostenido de patrullajes y controles en corredores marítimos del Pacífico y Atlántico.

Medios regionales destacan que operaciones similares en la región andina y el Caribe han apuntado cada vez más a lanchas rápidas, semi-sumergibles y embarcaciones pesqueras, frecuentemente tripuladas por ecuatorianos, utilizadas para el traslado hacia Centroamérica y México. Analistas afirman que tales incautaciones interrumpen cadenas logísticas, obligan a los traficantes a modificar rutas y evidencian la estructura del comercio internacional de cocaína.

Senan y la Fiscalía compartieron imágenes del remolcador, los fardos de cocaína y los detenidos, demostrando transparencia operativa y firmeza de las autoridades. Destacaron que la coordinación entre inteligencia, unidades navales y justicia es clave para mantener la presión sobre las redes criminales transnacionales y evitar que la droga llegue a mercados de EE.UU. y Europa.


Panamá Realiza Maior Apreensão de Cocaína Desde 2008: 13,5 Toneladas em Navio; Ecuatorianos Entre 10 Detidos

As autoridades do Panamá anunciaram uma das maiores apreensões de drogas do país em mais de uma década, interceptando 13.508 quilos de cocaína em um rebocador no sudoeste do Pacífico, próximo à Ilha San José. O Serviço Nacional Aeronaval (Senan) e o Ministério Público Antidrogas informaram que dez homens de diferentes nacionalidades — incluindo equatorianos, venezuelanos, nicaraguenses e colombianos — foram detidos por tráfico internacional de drogas.

A embarcação, que supostamente partiu do corredor Juradó–Buenaventura, na Colômbia, com destino ao México, tentou escapar das autoridades antes de ser interceptada pelas unidades do Senan. Diferentemente de muitas apreensões marítimas, em que a cocaína é escondida em contêineres ou compartimentos, esta carga foi encontrada à vista no convés, organizada em 579 fardos contendo 11.562 pacotes, com valor estimado de 200 milhões de dólares no mercado ilícito.

As autoridades descreveram a operação como um “duro golpe” às redes transnacionais de tráfico que operam em um dos corredores mais ativos da América do Sul para a América do Norte e Europa. Equipes forenses analisam o navio e a carga, enquanto os detidos aguardam audiências iniciais. O Senan destacou que o sucesso da operação resultou da cooperação interinstitucional e vigilância marítima contínua em zonas de alto risco do Pacífico, especialmente em torno das Ilhas Pérola.

O Ministério Público Antidrogas indicou que o México provavelmente seria o destino antes da distribuição para os Estados Unidos, o maior mercado mundial de cocaína. Panamá, país chave de trânsito, apreendeu cerca de 80 toneladas de drogas em 2024, mostrando intensificação de patrulhas e controles nos corredores marítimos do Pacífico e Atlântico.

Mídias regionais ressaltam que operações similares na região andina e no Caribe têm mirado lanchas rápidas, semi-submersíveis e embarcações pesqueiras, frequentemente tripuladas por equatorianos, usadas para o transporte para a América Central e México. Especialistas afirmam que essas apreensões interrompem cadeias logísticas, obrigam traficantes a mudar rotas e expõem a estrutura do comércio internacional de cocaína.

Senan e o Ministério Público divulgaram imagens do rebocador, dos fardos de cocaína e dos detidos, demonstrando transparência e firmeza das autoridades. Eles ressaltaram que a colaboração entre inteligência, unidades navais e órgãos judiciais é essencial para manter a pressão sobre redes criminais transnacionais e impedir que a droga chegue aos mercados dos EUA e Europa.

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