Spanish Judge Orders Pre-Trial Detention in Murder of Two Ecuadorians in Mazarrón
A Spanish judge has ordered pre-trial detention for one of the suspects in the murder of two Ecuadorians in Mazarrón, Murcia, on Friday, November 7, 2025. The measure is intended to ensure court attendance and prevent flight or tampering with evidence.
The victims, identified as José Patricio Chango, 43, and Edwin Guillermo Cambal, 32, were reported missing in April. Their remains were discovered in August hidden in an underground excavation beneath a bed at a home in the Camposol development. Forensic identification and ballistic tests support the charges against the suspects, who are being investigated for their possible roles as material authors or necessary collaborators in the homicides. A first suspect had already been remanded in custody on August 29.
The detention comes after months of investigative work, which began in September when a suspect, reported in local media as Carlo P., was arrested for alleged involvement in the disappearances and deaths. Authorities continue to conduct forensic examinations and review video evidence, and additional links have not been ruled out. The court has kept several proceedings sealed to protect the integrity of the investigation.
Local Ecuadorian community groups have mobilized to support the victims’ families with funeral and repatriation expenses, working alongside Ecuadorian consular authorities in Spain. Reports suggest possible economic motives, though these will be clarified during the judicial process. Authorities emphasize that the pre-trial detention ensures both investigation security and public confidence in the case.
The tragedy has deeply affected the Ecuadorian migrant community in Mazarrón, who had campaigned for support after 140 days of searching for the missing men. Police and Civil Guard units continue to coordinate investigative efforts, maintaining vigilance over potential leads while the court processes the case under strict confidentiality.
This detention represents a critical step in holding perpetrators accountable and advancing the judicial process in a case that has captured both local and international attention.
Juez Español Ordena Prisión Preventiva por Asesinato de Dos Ecuatorianos en Mazarrón
Un juez español ordenó prisión preventiva para uno de los sospechosos del asesinato de dos ciudadanos ecuatorianos en Mazarrón, Murcia, el viernes 7 de noviembre de 2025. La medida busca garantizar la presencia del imputado en el proceso y prevenir la fuga o manipulación de pruebas.
Las víctimas, identificadas como José Patricio Chango, 43, y Edwin Guillermo Cambal, 32, fueron reportadas como desaparecidas en abril. Sus restos fueron hallados en agosto ocultos en una excavación subterránea bajo una cama en una vivienda del desarrollo Camposol. La identificación forense y pruebas balísticas respaldan los cargos contra los sospechosos, investigados como posibles autores materiales o colaboradores necesarios del homicidio. Un primer detenido ya había sido enviado a prisión preventiva el 29 de agosto.
La medida llega tras meses de investigación, iniciada en septiembre con la detención de un sospechoso identificado por medios locales como Carlo P., por presunta implicación en la desaparición y muerte de los ecuatorianos. Las autoridades continúan con exámenes forenses y revisión de material audiovisual, sin descartar nuevos vínculos. Varias actuaciones permanecen selladas para proteger la integridad de la investigación.
Grupos comunitarios ecuatorianos han movilizado apoyo a las familias para cubrir gastos funerarios y de repatriación, en coordinación con autoridades consulares de Ecuador en España. Los informes sugieren un posible móvil económico, que será determinado en el proceso judicial. Las autoridades destacan que la prisión preventiva protege la investigación y refuerza la confianza pública en el caso.
La tragedia ha afectado profundamente a la comunidad migrante ecuatoriana en Mazarrón, que organizó apoyo tras 140 días de búsqueda. Policía y Guardia Civil mantienen coordinación y vigilancia sobre posibles pistas mientras el tribunal procesa el caso bajo estricta confidencialidad.
Esta detención representa un paso clave para responsabilizar a los implicados y avanzar en el proceso judicial de un caso que ha generado atención nacional e internacional.
Juiz Espanhol Determina Prisão Preventiva em Caso de Assassinato de Dois Equatorianos em Mazarrón
Um juiz espanhol determinou prisão preventiva para um dos suspeitos pelo assassinato de dois equatorianos em Mazarrón, Murcia, na sexta-feira, 7 de novembro de 2025. A medida visa garantir a presença do acusado no processo e evitar fuga ou manipulação de provas.
As vítimas, identificadas como José Patricio Chango, 43, e Edwin Guillermo Cambal, 32, foram dadas como desaparecidas em abril. Seus restos foram encontrados em agosto, ocultos em uma escavação subterrânea sob uma cama em uma residência no condomínio Camposol. Identificação forense e testes balísticos sustentam as acusações, e os suspeitos são investigados como possíveis autores materiais ou colaboradores necessários. Um primeiro suspeito já havia sido preso preventivamente em 29 de agosto.
A prisão ocorre após meses de investigação, iniciada em setembro, quando um suspeito, identificado pela mídia local como Carlo P., foi detido por suposta participação nos desaparecimentos e mortes. Autoridades continuam com exames forenses e análise de vídeos, sem descartar novos vínculos. Diversos procedimentos permanecem sigilosos para proteger a integridade da investigação.
Grupos comunitários equatorianos mobilizaram apoio às famílias para cobrir despesas funerárias e de repatriação, em conjunto com autoridades consulares do Equador na Espanha. Relatórios apontam possível motivação econômica, a ser esclarecida em juízo. As autoridades destacam que a prisão preventiva assegura a investigação e reforça a confiança pública no caso.
A tragédia impactou profundamente a comunidade migrante equatoriana em Mazarrón, que organizou apoio após 140 dias de buscas. Polícia e Guardia Civil mantêm coordenação e monitoramento de possíveis pistas enquanto o tribunal conduz o caso com confidencialidade rigorosa.
A detenção representa um passo crucial para responsabilizar os autores e avançar no processo judicial de um caso que gerou atenção nacional e internacional.