Vicepresidenta María José Pinto asumirá temporalmente la Presidencia de Ecuador durante licencia de Noboa
La vicepresidenta de Ecuador, María José Pinto, asumirá temporalmente la Presidencia mientras la Asamblea Nacional aprueba la licencia del presidente Daniel Noboa para hacer campaña por el referéndum y consulta popular del 16 de noviembre de 2025. La licencia cubrirá el viernes 7 de noviembre (00:01–19:00) y del domingo 9 al jueves 13 de noviembre, conforme al artículo 146 de la Constitución y al artículo 42 de la Ley de Función Legislativa, que permiten la ausencia temporal del Presidente y el traspaso de funciones a la Vicepresidencia tras la aprobación del pleno por mayoría absoluta. La sesión plenaria No. 051 se convocó la tarde del 7 de noviembre para analizar la solicitud del Ejecutivo.
A sus 39 años, Pinto se convertiría en la funcionaria más joven en ejercer la Presidencia de manera interina. Asumirá mientras Noboa realiza actividades de campaña y representa a su administración ante medios y públicos. Recientemente, Pinto representó a Ecuador en la COP30 en Brasil y se espera que retorne para asumir sus funciones durante los intervalos autorizados.
Desde el inicio de la administración, Pinto coordina las carteras de salud mental, educación intercultural, embarazo adolescente, primera infancia y desnutrición crónica infantil, responsabilidades que continuará mientras ejerce como presidenta interina. La medida refleja el cumplimiento de procedimientos constitucionales y normas de campaña.
La licencia se divide en dos periodos, siguiendo el calendario electoral y asegurando cumplimiento legal. Una vez aprobada por la Asamblea, un decreto formaliza la entrega temporal de funciones, limitando la autoridad a las fechas y horarios autorizados. Luego de los intervalos, Noboa retoma sus funciones presidenciales.
La decisión tiene relevancia política en el contexto de la promoción del referéndum y el diálogo con la ciudadanía sobre la Constitución. Pinto destaca el papel creciente de la Vicepresidencia en la gestión pública y la continuidad administrativa.
El Gobierno ha enmarcado la medida como una necesidad procedural y un ejemplo de estabilidad institucional, demostrando el compromiso con el orden constitucional incluso en un periodo de alta actividad política.
Vice President María José Pinto to Temporarily Assume Ecuador’s Presidency During Noboa’s Campaign Leave
Ecuador’s Vice President María José Pinto will temporarily assume the Presidency while the National Assembly approves President Daniel Noboa’s leave to campaign for the November 16, 2025, referendum and popular consultation. The leave covers Friday, November 7 (00:01–19:00), and Sunday, November 9 through Thursday, November 13, in accordance with Article 146 of the Constitution and Article 42 of the Legislative Function Law, which allow temporary presidential absence and entrust duties to the Vice President upon plenary approval by an absolute majority. Plenary session No. 051 convened on November 7 to review and decide on the Executive’s request.
At 39, Pinto would become the youngest acting head of state in Ecuador’s history. She will assume office while President Noboa engages in campaign activities, representing his administration in public and media engagements. Pinto recently represented Ecuador at COP30 in Brazil and is expected to return to the country to take on acting duties during the authorized intervals.
Since the beginning of Noboa’s administration, Pinto has coordinated portfolios in mental health, intercultural education, teenage pregnancy, early childhood development, and chronic child malnutrition, responsibilities she will continue while serving as acting President. The temporary handover underscores the government’s adherence to constitutional procedures and campaign regulations.
The leave is split into two periods, following the campaign calendar and ensuring legal compliance. Once the National Assembly authorizes the leave, a formal decree finalizes the handover, limiting her authority to the approved dates and times. After the designated intervals, President Noboa resumes full presidential duties.
This temporary arrangement carries political significance as the administration intensifies its efforts to promote the referendum and engage citizens on the future of Ecuador’s Constitution. Observers note that Pinto’s role highlights the Vice Presidency’s increasing prominence in governance and public policy management, reflecting the administration’s focus on continuity, legality, and coordinated leadership during campaign periods.
The move has been broadly framed as both a procedural necessity and a demonstration of institutional stability, signaling Ecuador’s commitment to constitutional order even amid a politically charged campaign.
Vice-presidente María José Pinto assumirá temporariamente Presidência do Equador durante licença de Noboa
A vice-presidente do Equador, María José Pinto, assumirá temporariamente a Presidência enquanto a Assembleia Nacional aprova a licença do presidente Daniel Noboa para realizar campanha pelo referendo e consulta popular de 16 de novembro de 2025. A licença abrange sexta-feira, 7 de novembro (00:01–19:00), e de domingo, 9, até quinta-feira, 13 de novembro, conforme o Artigo 146 da Constituição e o Artigo 42 da Lei da Função Legislativa, que permitem ausência temporária do Presidente e delegação de funções à Vice-presidência mediante aprovação do plenário por maioria absoluta. A sessão plenária nº 051 ocorreu na tarde de 7 de novembro para analisar a solicitação do Executivo.
Com 39 anos, Pinto se tornará a chefe de Estado interina mais jovem da história do Equador. Ela assumirá enquanto Noboa realiza atividades de campanha e representa a administração em compromissos públicos e midiáticos. Recentemente, Pinto representou o Equador na COP30 no Brasil e retornará para assumir funções durante os períodos autorizados.
Desde o início do governo, Pinto coordena políticas em saúde mental, educação intercultural, gravidez na adolescência, primeira infância e desnutrição infantil crônica, responsabilidades que continuará enquanto atua como presidente interina. A medida reforça o cumprimento dos procedimentos constitucionais e eleitorais.
A licença foi dividida em dois períodos, conforme calendário eleitoral, garantindo conformidade legal. Após aprovação da Assembleia, um decreto formaliza a transferência temporária de funções, limitando autoridade às datas e horários estabelecidos. Depois dos intervalos, Noboa reassume plenas funções presidenciais.
A decisão tem relevância política, reforçando esforços de campanha e engajamento público sobre o referendo. Pinto evidencia o papel crescente da Vice-presidência na gestão governamental e continuidade administrativa.
O governo destacou a medida como necessidade processual e demonstração de estabilidade institucional, mostrando compromisso com a ordem constitucional mesmo durante intensa atividade política.